quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Rejeição da resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU


O grupo “Cristãos Sionistas Portugueses” declara rejeitar a resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU aprovada a 23 Dezembro de 2016.

Afirmamos que o povo judeu tem direito, por legitimidade divina, histórica e legal, à sua terra ancestral incluindo Judeia e Samaria e em especial a sua capital do Estado de Israel, Jerusalém, cidade indivisível, a qual nunca antes na história foi capital de qualquer outro povo.

Tão pouco reconhecemos a ocupação ilícita perpetrada pelos estados árabes vizinhos entre 1948 e 1967 e que alteraram dramaticamente a demografia da região nos territórios hoje disputados, os já referidos, Judeia e Samaria, e Gaza.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Palestinianos presos injustamente pela Autoridade Palestiniana


Alguns dias atrás, quatro palestinianos visitaram a Sucá (cabana da Festa dos Tabernáculos) de Oded Ricky, Presidente do Município de Efrat. Os vizinhos árabes foram convidados de honra dos seus vizinhos judeus e foram recebidos em conformidade com as boas práticas judaicas.

Os visitantes não causaram qualquer dano em alguém mas quando regressaram a casa foram foram presos pela Autoridade Palestiniana e de acordo com altos funcionários desta entidade ocupante da Samaria e Judeia eles são acusados do crime de "normalização com Israel".

UNESCO



A UNESCO despertou a nossa atenção recentemente com a polémica relativa à negação da ligação do povo judeu a Jerusalém, em especial ao Monte do Templo e ao Muro das Lamentações, pondo assim também em causa a nossa herança cristã.

A UNESCO tem três órgãos: a Conferência Geral, o Conselho Executivo e o Secretariado.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

Placa no Muro das Lamentações


Aqui está uma foto bastante famosa do Ministério de Defesa Israelita com o Ministro Moshe Dayan em 1967, depois da conquista da cidade velha de Jerusalém.

Repare na placa por detrás dele: "Al-Buraq (Muro das Lamentações) Rd". Como se pode verificar, até os Jordanos, que durante 19 anos ocuparam a Cidade Velha e Jerusalém Oriental entre 1948 e 1967, que negligenciaram a zona Judaica, destruíram propriedades de Judeus e conservaram a área livre de Judeus – mantiveram porém esta placa no Muro Ocidental, como reconhecimento por parte dos Jordanos Muçulmanos que este era o muro dos Judeus.

Read more: http://www.israellycool.com/2016/10/15/the-iconic-photo-that-speaks-volumes/

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Conselho Islâmico reconhece a ligação dos Judeus ao Monte do Templo


Um guião de nove páginas de um panfleto turístico intitulado "Um Guião Resumido para al-Haram al-Sharif" publicado em 1930 pelo Conselho Supremo Muçulmano contradiz as declarações das Wakf Islâmicas que presentemente negam qualquer ligação Judaica com o Monte do Templo. O guia declara que o Monte do Templo "é um dos lugares mais antigos do mundo. A sua característica sacra remonta ao princípio dos tempos. O lugar identificado como o lugar do Templo de Salomão está fora de qualquer disputa. Este, também, é o lugar onde, de acordo com a crença universal, David construiu um altar ao Senhor, fez ofertas queimadas e ofereceu sacríficios de paz."

sábado, 8 de outubro de 2016

Artigos do Mandato da Palestina


O povo Judeu foi traído muitas vezes pelas nações do mundo, as quais não cumpriram com os acordos que formularam. Confirme abaixo os pontos do Mandato que as Nações do mundo mantiveram, ou não, e se entender comente.

O CONSELHO DA LIGA DAS NAÇÕES:


Considerando o acordo das Potências Aliadas, para conferir efeito às decisões do Artigo 22º da Aliança da Liga das Nações, para confiar pelas referidas Potências a um Mandatário a administração do território da Palestina, que antigamente pertenceu ao Império Turco, dentro das fronteiras tal como fixadas pelos primeiros; e

terça-feira, 4 de outubro de 2016

waqf



Waqf é um "tipo de propriedade" inalienável num contexto de solidariedade social e religiosa. Tipicamente trata-se de edifícios ou porções de terra ou até mesmo valor em dinheiro com finalidade de apoio social.

A doação é conhecida como asmushrut-ul-khidmat e a pessoa que o faz é conhecida como um "wakit".

domingo, 2 de outubro de 2016

Os Acordos de Oslo



O Governo do Estado de Israel e a comitiva da O.L.P. ("Delegação Palestiniana"), em representação do povo Palestiniano, concordam que chegou o momento de colocar um fim a décadas de confrontação e conflito, a reconhecer os mutuamente os direitos políticos de cada parte, e esfgorçarem-se para viver em coexistência pacífica, em dignidade mútua e segurança, e a alcançar uma justa, duradoura e compreensiva paz, assente na resconciliação histórica através de um processo de acordo político.



quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A invenção da esferográfica


O nome original deste inventor é Bíró László József. Contudo este artigo usará para o nome a forma Ocidental. László József Bíró (29 Setembro 1899 – 24 Outubro 1985) foi o inventor da esferográfica.

Biró nasceu em Budapeste, Hungria, numa família Judaica. Ele apresentou a primeira produção da caneta com uma esfera na ponta na Feira Internacional de Budapeste em 1931.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Provocar ciúme aos judeus


Há uma diferença entre ciúme e inveja, mas por vezes usamos estas palavras como se elas significassem a mesma coisa. Uma é pecaminosa e a outra descreve Deus. Inveja é cobiçar, querer algo que não se tem. Nesta geração de facebook as pessoas espiam invejosamente as páginas dos outros enquanto outros exibem imagens esculturais para provocar ciúme, vangloriando-se da boa vida que dizem ter. Em vez de serem agradecidos pelo que têm, as pessoas ignoram o sábio adágio que diz, "a comparação é o ladrão da alegria" e a inveja engole-os. Com a inveja a alegria é esvaziada como um balão.

Shimon Peres


Não podemos passar por este dia sem honrar a memória de um homem de paz e que lutou pela re-fundação do Estado de Israel, um campeão nas cedências às exigências Árabes na região.

O mundo aplaudiu efusivamente a sua coragem para assinar e cumprir os Acordos de Oslo sem quase nenhuma contrapartida cumprida até hoje pelos seus adversários Palestinianos, entre as quais, provavelmente a mais inquietante, a exibição por escrito da revogação do princípio de fundação da O.L.P., a extinção pura e simples do Estado Judeu.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Judeus Messiânicos ganham reconhecimento em Israel


Os Judeus Messiânicos ganharam outra batalha pelo seu reconhecimento em Israel. Desta vez um tribunal judicial especial determinou que a congregação Messiânica em Jerusalém deveria receber a mesma isenção de taxas como uma sinagoga.

A batalha remonta a 2010, quando membros ultra-Ortodoxos do Knesset fizeram passar no parlamento a isenção de todas as taxas municipais. Advogados do Instituto de Justiça de Jerusalém, em consequência apresentaram ao tribunal uma petição para que também fosse concedida à comunhão Messiânica da capital, o mesmo estatuto. E eles ganham esta causa.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Martinho Lutero


Martinho ou Martim Lutero, o artífice da Reforma Protestante, nasceu a 10 de Novembro de 1483 em Eisleben e morreu na mesma cidade em 18 de Fevereiro de 1546.

Formou-se na Universidade de Erfurt e obteve bacharelado em Artes em 1502. Também estudou Direito, porém mais tarde entrou na Ordem dos Agostinianos e foi ordenado em 1507. Numa viagem que fez a Roma ficou exposto à ostensiva imoralidade e religiosidade que observou entre os clérigos católicos. 



quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Há alguma diferença entre Deus e Allah?


Os Messiânicos* (ver nota do tradutor no fim por favor) acreditam que Deus revela-se aos humanos de uma forma única através da Bíblia e através de Jesus o Messias. Outros credos que repudiam isso, tal como o Islão, são religiões falsas, mesmo que contenham verdades parciais na sua estrutura religiosa distorcida.

Os Messiânicos acreditam num Deus único. Um Deus que governa todo o universo e sobre toda a humanidade, acreditem ou não na sua existência. Há um único Deus, exaltado e cheio de glória e poder. É impossível limitá-lo a apenas “o Deus dos Cristãos” ou a um “Deus dos Muçulmanos, ou a qualquer outra categoria. O Deus revelado nas Escrituras não é um Deus local. Ele não é o Deus dos Judeus apenas, ou exclusivo dos Cristãos, nem propriedade dos Muçulmanos. Ele é Deus de todos e sobre todos.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

BDS é uma ameaça para todo o Médio-Oriente


Como político jordano, sinto-me na obrigação de falar contra o movimento boicote anti-Israel, desinvestimento e sanções e o seu efeito no Médio-Oriente e no mundo.

Eu represento o ponto de vista e interesses do povo Jordano, Fazendo isso, eu tenho a liberdade que muitos não têm. As minhas perspectivas sobre BDS são sem qualquer preconceito e equilibradas porque eu não sou Israelita e ninguém me pode acusar de ser anti-Árabe.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Obstáculo para a paz


Tenho a certeza que muitos de vós já ouviram falar que as comunidades na Judeia e em Samaria, ou Cisjordânia, são um obstáculo para a paz.

Sempre fico perplexo com esta noção.

Porque ninguém no mundo com seriedade invoca que os cerca de dois milhões de Árabes que vivem dentro de Israel são um obstáculo para a paz. Porque eles não são. Antes pelo contrário.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Ódio a Israel e anti-semitismo


É indiscutível que o ódio e a perseguição, conhecidos universalmente como anti-semitismo, vão além da brutalização e dos maus-tratos (na sua intensidade, duração e universalidade) sofridos por qualquer outra raça ou grupo étnico. Mais uma vez encontramos evidência adicional de que os judeus são absolutamente singulares. E aqui também surge a pergunta óbvia: qual razão de ser deste ódio universal.


A injustiça descarada


Existem muitos grupos étnicos e religiosos muito maiores que os 14 milhões de Judeus, e alguns deles são bastante agressivos e descarados sobre a sua determinação em conquistar o mundo. O número de judeus neste planeta é tão pequeno que se torna ridículo acusá-los de uma “conspiração sionista internacional” para conquistar o planeta. Mas essa é a acusação que lhes tem sido feita durante muitos séculos.

Os membros dessa minoria odiada, perseguida e massacrada devem ter-se questionado muitas vezes a respeito disso milhões de vezes. Porque serão os judeus, o foco perpétuo de uma acusação obviamente tão falsa?


Uma questão de identidade


Enquanto muitos milhares de judeus, sem nenhuma preocupação pela herança judaica de seus filhos, estão se casando com gentios, algo inexplicável continua fazendo com que milhões de outros se agarrem a essa herança universalmente desprezada com um orgulho tenaz. Será que é respeito pela tradição? Será que um senso de “maldição” tão forte pode sobrepor-se ao medo de perseguição e até do martírio? A razão certamente não é a fé no Deus de Abraão, já que tão poucos professam essa crença.


Um breve exame da história antiga desde Babilónia.


Anti-semitismo não é com certeza nada novo. Ele pode ser identificado já nas primeiras eras da antiguidade. Os judeus têm sido objecto de perseguição e extermínio premeditado, pelo menos desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonozor que os espalhou por muitas nações há mais de 2.500 anos atrás. O que aconteceu sob Antíoco Epifânio 400 anos depois é apenas um exemplo do que os judeus sofreram repetidamente. Josefo relata-nos assim:

“Antíoco não estava satisfeito, nem com uma tomada inesperada da cidade (Jerusalém, 167 a.C.), nem com o seu saque, nem com o grande massacre que fizera ali. Sendo controlado pelas suas paixões violentas e lembrando-se do que sofrera durante o cerco, tentou convencer os judeus a dissolverem as leis do seu país, deixar de circuncidar os bebés, e em vez disso, queria que sacrificassem carne de porco sobre o altar; contra isso eles opuseram-se e os mais destacados entre eles foram executados.”


Os Macabeus


É admirável que o Judaísmo tenha podido sobreviver, e no entanto sobreviveu contra todas as probabilidades. Apesar da perseguição diabólica, ou talvez por causa dela, os judeus, com pouca fé real na validade das Suas Escrituras, agarraram-se, pelo menos, às formas tradicionais de religião. Fizeram-no, apesar da sua religião não os poder salvar dos seus inimigos, pela qual os seus ancestrais lutaram e oraram tanto.

O Judaísmo sem Templo


Após da destruição de Jerusalém e do Templo em 70 d.C. pelos exércitos de Tito, até o judeu mais pobre agora tinha que pagar a um templo pagão de Roma o meio ciclo que os Judeus piedosos antigamente pagavam cada ano para a manutenção do Templo em Jerusalém. O sumo-sacerdote e o sinédrio foram abolidos. O Judaísmo tomou a forma que mantém até aos dias de hoje: uma religião sem Templo central, sem um sacerdócio dominante e sem o seu culto sacrificial. Os saduceus desapareceram, enquanto que os fariseus e os Rabis tornaram-se líderes de um povo desabrigado que não tinha mais nada senão as suas sinagogas e a sua esperança.


O cristianismo falsificado e agressor que veio de Roma.


Desde muito pequenos os judeus aprendem o papel dos cristãos na sua perseguição e massacres. Mas a grande maioria dos judeus realmente não sabe o que significa ser cristão. Esta confusão levou os judeus a culpar Jesus e o Cristianismo pelo anti-semitismo, quando na verdade, nenhum verdadeiro cristão jamais teria tais sentimentos contra outro ser humano. Temos aqui um mal-entendido trágico que infelizmente persiste até hoje.

Por desconhecimento, os judeus equiparam o cristianismo ao catolicismo, sem saber que a Igreja Católica Romana, apesar de se afirmar cristã, matou mais cristãos que judeus.


Os “cristãos” sossegaram, mas agora…


O anti-semitismo, mesmo depois do Holocausto chocar o mundo, continuou sem diminuição até à nossa época. O tio de Arafat, o Grão-Mufti de Jerusalém, na rádio de Berlim no dia 1 de Março de 1944, incentivou todos os árabes “a matar todos os judeus onde quer que os achem! Isso agrada a Alá, à religião e salva a sua honra. Alah está convosco”. Slogans semelhantes incentivando o extermínio de judeus, ignorados pelo mundo, tal como os de Hitler naquela época, estão a ser cada vez mais proclamados com uma determinação fanática por líderes muçulmanos em mesquitas por toda a parte. O espírito satânico que inspirou o holocausto de Hitler continua a chamar “paz” ao primeiro passo em direção à destruição judaica. Arafat, apesar dessa sua nova postura (de paz) nunca renunciou ao seu compromisso de exterminar os judeus considerando-o como um dever islâmico sagrado e da OLP.


Uma ameaça crescente



Dos 2.000.000 de sobreviventes judeus que sobreviveram na Europa no fim da II Guerra Mundial, muitos chegaram a uma terrível conclusão: fosse qual fosse o regime, seria melhor não ser judeu. E hoje esse medo está a despertar novamente. Rozsa Berend menciona variações anti-semitas nas recentes campanhas eleitorais húngaras: Tudo parece estar bem agora, mas ninguém sabe o que acontecerá se a economia continuar a cair e as pessoas e as pessoas começarem a clamar por um líder. Os judeus ainda podem acabar pagando um preço muito alto.


Arrependimento ou hipocrisia?


Num desenvolvimento raro, no dia 15 de Novembro de 1994, o presidente austríaco, Thomas Klestil, pediu desculpas pela actuação da Áustria durante o Holocausto Nazi e reconheceu que “muitos dos piores carrascos da ditadura nazi foram austríacos. Ele fez este discurso diante do parlamento Israelita durante uma visita de três dias a Israel, a primeira de um chefe de Estado Austríaco. “Nenhuma palavra de desculpas jamais poderá apagar a agonia do Holocausto”, disse Klestil, “em nome da República da Áustria, eu curvo a minha cabeça com profundo respeito e profunda emoção diante das vítimas.” Cerca de 15.000 judeus moram na Áustria de hoje, comparados com os 180.000 em 1938. Cerca de 70 000 judeus austríacos morreram no Holocausto.

Porque razão o anti-semitismo existe?


O anti-semitismo não só persiste, mas surpreendentemente ele cresce, num planeta onde a igualdade dos sexos e das raças é promovida, e a descriminação baseada da raça, cor ou credo é combatida, supostamente. Será que a impressionante perseguição que os judeus continuam a sofrer é a sua sorte por serem “povo escolhido” de Deus?

Como povo especial de Deus, tão próximo do seu coração, os judeus poderiam esperar que Ele protegesse os seus. E Ele fá-lo.



sábado, 3 de setembro de 2016

O melhor de Israel é o seu Messias!


Nunca imaginámos que este projeto fosse tão longe e em tão pouco tempo. As questões relacionadas com Israel envolvem sempre muita suspeita, radicalismo e fundamentalismo.


Também não estávamos à espera de uma adesão tão intensa de países como Angola e Moçambique, facto que nos surpreende mas também é revelador da necessidade haver conteúdos "made in Portugal" que não sejam apenas profecia, religiosidade e especulação.


sábado, 27 de agosto de 2016

A verdadeira obsessão


As Nações Unidas tentam desesperadamente concretizar uma solução pacífica para a cidade enigmática de Jerusalém. A Igreja Católica Romana envolveu e alguns líderes de Israel aparentemente estavam dispostos a entregar Jerusalém ao controlo administrativo do Vaticano e até mesmo a dar à Jordânia maior poder sobre os locais religiosos islâmicos. Israel continua disponível para mais negociações mas qualquer cedência que possa ser feita ela nunca será suficiente para alcançar a paz.



A disputa interminável


Quando as forças de Maomé ficaram suficientemente fortes, ele marchou contra Meca com 10.000 guerreiros. Incapazes de enfrentar um poder tão surpreendente, os líderes de Meca permitiram que ele entrasse na cidade sem conflito. Ele, então, destruiu os ídolos dentro e ao redor da Caaba, mas, talvez para não deixar o povo sem ligações à sua antiga religião, deixou a rocha negra no lugar e aprovou a sua adoração, prática que é seguida pelos devotos muçulmanos até hoje. Ao mesmo tempo Maomé proclamou Meca como cidade santa d
o Islamismo e decretou que nenhum descrente teria permissão de pisar o seu solo sagrado.

As revelações de conveniência


Quando se começou a praticar a religião que viria a ser conhecida como Islamismo, Maomé tratou bem os judeus, porque eles eram, na sua percepção na época, o povo escolhido de Deus. E em resposta, os judeus de Medina, para onde Maomé fugiu de Meca, foram no princípio favoráveis ao profeta. Ele permitiu que continuassem a praticar a sua religião, a viver em paz e gozar dos mesmo direitos que os seus seguidores. Nesse princípio, Maomé aprovava as Escrituras judaicas e até fez os seus seguidores orarem voltados para Jerusalém, apesar da cidade não ser mencionada no Corão.


Um abraão idólatra



O Corão descreve Abraão e Ismael reconstruindo a Caaba, que era um templo que guardava os diversos ídolos que eram adorados ali. Que insulto a Abraão, cuja vida prova que ele jamais seria culpado por construir um templo idólatra ou de adorar dentro dele.

A Bíblia deixa bem claro que adorar ídolos é uma abominação ao único Deus verdadeiros, 
a quem Abraão adorava. Os comentários de Will Durant na sua monumental “A História da Civilização” são os seguintes:


Abraão em Meca



A caverna dos Patriarcas em Hebrom, conhecida como a Caverna de Macpela, é um dos locais sagrados tanto para Judeus como para muçulmanos. As religiões acreditam que esse é o lugar ao qual a Bíblia se refere: “Sepultaram-no Isaque e Ismael, seus filhos na caverna de Macpela” Génesis 25:9

Já que os Árabes afirmam ser descendentes de Ismael, compreende-se porque o local da sepultura de Abraão, pai de Ismael, é reverenciado por eles. Ismael, por outro lado, não foi sepultado naquele lugar, nem foi sepultado em qualquer parte da terra de Israel. O seu local de sepultamento foi em algum lugar descrito como “desde Havilá até Sur, que olha para o Egipto, como quem vai para a Assíria”. Génesis 25:18


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O filho preferido


Em Lucas no capítulo 15 Jesus conta uma história sobre dois filhos perdidos. Um perdeu-se fora de casa e outro dentro do seu próprio lar. Qual deles é o mais preferido do pai?

Bem, o relato não nos revela qualquer preferência sobre qualquer deles, mas enfatiza o facto de que ambos estavam desfocados da vontade do Pai e do propósito familiar.



sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Porque eu, uma gentia, amo o povo Judeu

Um homem, a quem alguém pode chamar um missionário, estava a fazer visitação num bairro Judaico. Então, em certa residência, encontrou uma pessoa que lhe disse: "O que eu detesto em pessoas como você é que acusam sempre os Judeus por terem matado o vosso Cristo".

"Quem quer que seja que lhe disse isso errou", replicou o missionário. E de imediato abriu a sua Bíblia em Isaías 53:5 onde leu: "Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados."

"Está a ver?" Disse o missionário, "Ele foi pendurado lá por mim."

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A bandeira da Palestina em 1939


No dicionário Larousse Francês de 1939 o desenho das bandeiras aparece em ordem alfabética. Pode também ser verificado que a bandeira da Alemanha tinha o símbolo Nazi da Suástica o que prova que a data deste manual era anterior a 1945.

Agora, alfabeticamente, olhamos para a Bandeira Palestina e ali está ela! Como se parece? Surpreendido? Ah, mas então não dizem por aí que a Palestina era um território soberanos Islâmico-Árabe-Turco que os Judeus malvados tomaram de assalto?

Polícia filmado a maltratar criança palestina


Todas as polícias do mundo comentem erros e abuso de poder, porém, se a polícia for de Israel a notícia vem a lume com um requinte especial.

Quem me chamou a atenção para este episódio foi um cristão no facebook que tratou de imediato de apontar o dedo aos cristãos que defendem Israel "como se o seu povo fosse a maior vítima do mundo e afinal cometem estes abusos..."


quarta-feira, 27 de julho de 2016

O tratado de Hudaybiyyah


O "profeta" que queria ser Messias.

Maomé decidiu ir para Medina, cidade povoada por muitos Judeus e que na época era um grande centro de comércio da Arábia. A sua motivação era pregar a sua religião e se eles aceitassem, isso lhe daria condições para voltar para Mecca e ser aceite pelo seu povo.

Para conseguir a atenção e aceitação dos Judeus Maomé incluiu na sua religião muitas coisas da Bíblia dos hebreus. Por isso vemos várias semelhanças entre o Judaísmo e o Islamismo. Por exemplo: Judeus não comem porco, Muçulmanos não comem porco; os Judeus oram várias vezes ao dia, ss Muçulmanos oram várias vezes ao dia; os Judeus jejuam no Yon Kippur”, os muçulmanos jejuam no “Ramadan”.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

A legitimidade de Israel


De todos os países que nasceram depois da II Guerra Mundial, nenhuma certidão de nascimento é mais legítima que a de Israel.

Uma das razões é porque homens que fundaram Israel como Theodor Herzl, Ze've Jabotinsky, David Ben-Gurion, Menachem Begin, Yitzhak Shamir, ou eram advogados ou tinham formação jurídica. Ele eram obcecados por tornar a nação Judaica legítima, coisa diferente de quase todos os outros países. Advogados, e não os generais, foram “as parteiras” no nascimento, ou, mais precisamente do "renascimento”, uma vez que Israel já tinha existido como país independente duas vezes na história da humanidade.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

O livro de Zohar


O Zohar (em hebraico זהר, "esplendor") é considerado como um dos trabalhos mais importantes da Cabala, no misticismo judaico. É considerado uma fonte inesgotável de sabedoria e conhecimento, seus ensinamentos e revelações se equiparam, em importância, aos da Torá e do Talmud.

O ensino é da autoria do grande Rabi Shimon bar Yochai. Trata-se de uma obra mística e inacessívei à maioria dos leitores e por isso mesmo desperta um interesse acrescido.


Servo sofredor ou Rei vitorioso?



Afim de dispensar a possibilidade que Jesus seja o Messias de Israel, que sofreu e morreu como sacrifício pelos nossos pecados, os Rabis do nosso tempo tentam invocar que, de todo, nunca foi suposto o Messias sofrer ou morrer, mas em vez disso, que Ele seria o Rei que viria para salvar e conquistar.

Veja por exemplo as palavras do Rabi Ovadia Yosef que declarou, que quando o Messias vier, exterminará os árabes: "Com um 'sopro' ele os surpreenderá… Quem são as nações do mundo? Quando o nosso Messias justo vier ele não temerá ninguém e enviará todos estes árabes para o inferno…”

Moshe ben Nachman



Rabi Moshe ben Nachman, ou Nachmánides, (1194-1270), mais conhecido pelo acrônimo Ramban (hebraico: רמב"ן) foi um Rabi catalão, médico e um grande conhecedor da Torá. Interessava-se também pelo misticismo Judaico, a Cabala.

Ficou conhecido pela sua refutação do Cristianismo, numa disputa com Pablo Christiani, um judeu convertido ao catolicismo, perante o Rei Jaime I em 1263, no que ficou conhecida como Disputa de Barcelona. Foi o autor do primeiro livro impresso em Lisboa, "Comentários sobre o Pentateuco".


Yalkut Shimoni



O Yalkut Shimoni (em hebraico: ילקוט שמעוני), ou simplemente Yalkut é uma compilação de livros da Bíblia Hebraica. O autor coleccionou e incluiu várias interpretações e explicações Bíblicas organizando-as cronologicamente.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Porque Israel não consta nos mapas da UNRWA?



Yair Lapid criticou fortemente as UNRWA, no seguimento da condenação por parte desta organização pela demolição das casas de dois terroristas responsáveis pelo esfaqueamento mortal na porta de Jaffa em Dezembro de 2015.

“UNRWA é uma Agência para os Refugiados Palestinos das Nações Unidas. O seu papel é claro. É suposto ajudar palestinianos a encontrar trabalho e quando eles o encontrarem então dar-lhes assistência alimentar e médica. Apenas isso. Não há outro papel. Não há nenhum mandato que justifique a intervenção em assuntos de segurança. Não há nada no passado de Chris Gunness que o qualifique para nos aconselhar como nos devemos proteger.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Bandeira da "Palestina"


A bandeira Palestiniana é a antiga bandeira do Reino de Hejaz que deu origem à bandeira do Emirato da Transjordânia. Foi uma bandeira desenhada por Sir Mark Sykes do ministério dos Negócios Estrangeiros britânico para as forças árabes do xerife Hussein Ali, de Meca, que operavam com o general britânico Allenby no território sob o Mandato Britânico para a Palestina


A Autoridade Palestiniana


A Autoridade Palestiniana é o semi-oficial governo Palestiniano estabelecido em Maio de 1994 em conformidade com a Declaração de Princípios entre Israel e a Organização de Libertação da Palestina.

Com a sua criação a AP passou a governar a maior parte do território da Faixa de Gaza, a cidade de Jericó e o vale do Jordão, representando isto o primeiro passo para a implementação dos acordos internos para a retirada dos territórios do West Bank (Judeia e Samaria) e Faixa de Gaza por parte de Israel.

UNRWA


A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Médio Oriente, também conhecida pela sigla UNRWA (do inglês, United Nations Relief and Works Agency for Palestine Refugees in the Near East), é uma agência de desenvolvimento e de assistência humanitária que proporciona cuidados de saúde, serviços sociais, educação e ajuda de emergência, aos mais de 5 milhões de refugiados palestinos que vivem na Faixa de Gaza, Judeia e Samaria, Jordânia, Líbano e Síria.


terça-feira, 5 de julho de 2016

Palestine Post


"Palestine Post" é um jornal Sionista fundado em 1 de Dezembro de 1932, por Gershon Agron, que colaborou na Organização Sionista Mundial e também foi membro da Agência Judaica. O jornal mudou o nome para Jerusalém Post em 1950, dois anos depois da refundação do Estado de Israel.

Convém lembrar que quando o jornal foi fundado não havia "Estado de Israel" e muito menos "Estado da Palestina"; o que havia era um território administrado pelo Reino Unido denominado Mandato Britânico para a Palestina. Palestina foi um termo inventado pelos Romanos em 135 D.C. para humilhar os judeus depois da revolta de Bar Kokhba.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Terrorismo é um crime injustificável


Esta manhã um terrorista entrou sorrateiramente no quarto de uma jovem de 13 anos, Hallel-Yaffa Ariel e assassinou-a a sangue frio. A imagem do sangue que manchou o seu quarto é duro de observar. Há um urso de peluche sobre a sua cama, uma cadeira vermelha, algumas fotografias na parede e um par de sapatos arrumados cuidadosamente numa caixa junto ao seu beliche.

Porque alguém faria isto?


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Um breve resumo do judaísmo messiânico



Desde os tempos dos primeiros discípulos de Yeshua que tem havido sempre um remanescente de povo Judeu que crê n'Ele, mesmo apesar de muitos, ao longo da história terem sido assimilados em igrejas cristãs e se terem tornado invisíveis enquanto Judeus. Nos dias de hoje, as circunstâncias para os Judeus Messiânicos estão muito diferentes, uma vez que tiveram de assumir e escolher entre ser Judeu ou ser Cristão, e muitos abandonaram a sua identidade Judaica assim que vieram para a Igreja.