terça-feira, 10 de maio de 2016

Um mito chamado Palestina 1



Neste artigo gostariamos de apresentar a verdadeira origem e identidade do povo Árabe comumente conhecido como "Palestinianos" e divulgar os mitos que os rodeiam. Esta pesquisa pretende ser completamente neutra e objectiva, baseada em evidências históricas e arqueológicas assim como outros documentos, incluindo fontes árabes e citações de declarações de personalidades Islâmicas de reconhecida credibilidade

Existem alguns mitos modernos, ou exactamente, mentiras, que podemos ouvir diariamente através dos meios de comunicação social como se fossem verdade, e claro, escondem os factos verdadeiros. Por exemplo, quando o Monte do Templo ou Jerusalém são mencionados, usualmente sublinham que é "o terceiro lugar sagrado dos muçulmanos"! Soa como uma informação absolutamente tendenciosa! Mas porque nunca se diz que é O PRIMEIRO Lugar Sagrado para os Judeus?

De forma a tornar este assunto mais compreensível, iremos apresentá-lo em sete unidades:





  1. A origem dos povos;
  2. A Terra chamada "Palestina";
  3. Os "Palestinianos" na "Palestina";
  4. A presença permamente de Judeus na Terra Santa;
  5. A deslealdade Britânica;
  6. Refugiados Palestinianos;
  7. Mitos e factos sobre Jerusalém e o Monte do Templo.
A origem e identidade dos chamados Palestinianos.

Os Palestinianos são o povo mais recente que existe à face da terra. Chegaram à existência num só dia sob a forma de um fenómeno sobrenatural, o qual é único em toda a história da humanidade e foi testemunhado por Walid Shoebat, um antigo terrorista da O.L.P. que reconheceu a mentira pela qual lutava e a verdade contra a qual resistia:

"Como é que em 4 de Junho de 1967 eu era Jordano e da noite para o dia me tornei um Palestiniano?"

"Nós não tínhamos nenhuma mentalidade Jordaniana em particular. O ensino da destruição de Israel era definitivamente parte central do currículo, mas consideravamo-nos a nós mesmos Jordanianos, até que os Judeus regressaram a Jerusalém. Então todos nós ficamos Palestinianos. Removemos a estrela da bandeira da Jordânia e todos de uma vez passamos a ter uma bandeira palestiniana".

"Quando finalmente me apercebi das mentiras e mitos que ensinava, tornou-se meu dever, como pessoa justa, falar claramente."


Esta declaração sobre a verdade "Palestiniana" deveria ter alguma importância para um observador neutro. De facto, não existe tal coisa como "Povo Palestiniano", ou cultura Palestiniana, ou linguagem Palestiniana, ou história Palestiniana. Nunca houve um estado Palestiniano, nem qualquer arqueologia ou sistema monetário. Presentemente os "palestinianos" são pessoas árabes, com liguagem árabe e cultura arábica. Eles têm os seus próprios países Árabes de onde eles vieram para a terra de Israel há cerca de um século atrás, para contrapor a imigração de judeus. Esta é a verdade histórica. Eles eram Jordanos (outra invenção recente dos Britânicos pois nunca houve qualquer povo chamado "jordanianos"), e depois da guerra dos Seis-Dias na qual Israel derrotou completamente a coligação de nove estados Árabes e tomou posse legítima da Judeia e Samaria, os habitantes Árabes daquelas regiões submeteram-se a um milagre antropológico e descobriram que eram Palestinianos - algo que eles desconheciam que eram no dia anterior.

E claro, estas pessoas, agora com uma nova identidade tinham que construir a sua própria história, nomeadamente, roubar a história dos outros e a única forma de as vítimas 
não se queixarem desse roubo seria se essas vítimas já não existissem. Então, os líderes Palestinianos invocaram duas linhagens contraditórias de povos ancestrais que habitaram na terra de Israel: os Cananitas e os Filisteus. Vamos revê-los antes de regressarmos à questão Palestiniana:

Os Cananitas.

Os Cananitas são reconhecidos historicamente como os primeiros habitantes da Terra de Israel antes dos Hebreus se instalarem lá. De facto, o nome geograficamente correcto para a Terra de Israel é Cannã, não "Palestina" (uma invenção Romana, como veremos mais tarde). Eles eram compostos por diferentes tribos que podem ser distinguidos em dois grupos principais: Os cananitas do Norte ou da Zona Costeira e os Cananitas das Montanhas do Sul.

Os Cananitas do Norte habitaram ao longo da costa do Mar Mediterrâneo desde o extremos sul do golfo de Alexandria até às proximidades do golfo de Haifa. As suas principais cidades foram Tzur, Tzidon, Gebal (Byblos), Arvad, Ugarit, e a mais conhecida na história dá pelo nome grego Phoenicians, mas eles chamavam a si próprios "Kana'ana" ou Kinachnu". Eles não fundaram qualquer reino unido mas estavam organizados em cidades autónomas; não eram um povo bélico mas em vez disso comerciantes habilidosos, navegadores e construtores. A sua linguagem foi adaptada dos seus vizinhos semitas, os Arameus, que era muito próxima do hebraico (não o arábico!).

Fenícios e Israelitas não precisavem de intérpretes para se entenderem uns aos outros. Eles seguiram o mesmo destino do Israel antigo e capitularam perante os Assírios, depois os Babilónios, Persas, Macedónios, Selêucidas e Romanos. Através da história os Fenícios foram assimilados por diferentes povos que habitaram aquela terra, principalmente os Gregos e os Arménios.

Durante a expansão Islâmica eles foram "arabizados", ou seja, completamente assimilados, e à data presente a sua terra é o Líbano, erroneamente reconhecido como um país "Árabe", aliás um rótulo que o povo libanês rejeita. Distintamente dos restantes Estados Árabes, o Líbano tem um nome ao estilo ocidental, República Libanesa, e sem o essencial adjectivo "Árabe" que é requerido nas denominações de todos os outros estados Árabes. A única referência ao termo "árabe" na constituição Libanesa é a linguagem oficial do Estado, que não significa que o povo seja Árabe do mesmo modo que a linguagem do Brasil é o Português e isso não determina que os seus cidadãos sejam Portugueses.
 
Os chamados Palestinianos não são Libaneses (apesar de alguns deles terem vindo dos territórios libaneses ocupados pela Síria), então, não são Fenícios (Cananitas do Norte). Actualmente, no Líbano, eles são "refugiados" e não se identificam com o povo local.

Os Cananitas do Sul habitaram nas regiões montanhosas desde o sul de Golan, nos dois lados do Jordão e ao longo da costa Mediterrânea desde o sul de Haifa até Yafo, que é a Canaã Bíblica.

Eles eram compostos por várias tribos de diferentes misturas: além dos próprios Cananitas (Fenícios), havia Amorreus, Heteus, Heveus e povos como os Jebuseus. Os Heteus e os Heveus foram assimilados no contexto Arameu-Cananita. Eles nunca constituiram um estado unificado e organizado mas mantiveram-se dentro do sistema de alianças tribais.

Quando os pioneiros hebreus chegaram a Canaã, eles partilharam a terra mas não tiveram laços de casamento entre eles, isso estava-lhes interdito que o fizessesem, pois eram descendentes de Abraão. Não obstante, onze dos doze filhos de Jacó casaram com mulheres Cananitas (o outro filho casou com uma egípcia), e desde aí, as Tribos de Israel começaram a misturar-se com os habitantes locais. Depois do Êxodo, quando os Isrelitas conquistaram a Terra, houve algumas guerras no periodo dos Juízes até que foram finalmente subjugados pelo Rei David.

Até essa altura, a maior parte dos Cananitas tinham casado com Israelitas, outros voluntariamente aceitaram a Torah tornando-se israelitas, e outros alistaram-se no exército de Israel e mais tarde de Judá. Na verdade, os Cananitas são raramente mencionados durante o periodo dos Reis, e quando isso acontece usualmente é em referência aos seus costumes pagãos introduzidos entre os Israelitas, mas não como um povo distinto porque eles de facto foram assimilados pelo povo Hebreu. Quando os Assírios invadiram o Reino de Israel eles não deixaram os Cananitas àparte, pois eles já se tinham tornado Israelitas nessa altura. O mesmo aconteceu quando os Babilónios derrubaram o Reino de Judá.

Então, o único povo através do qual se pode encontrar o rasto dos Cananitas são os Judeus, não os Palestinianos. Os Cananitas não existem desde o Século VIII a. c.e eles não foram aniquilados mas assimilados pelo povo Judeu.

Conclusão: 

Os Palestinianos não podem invocar ser descendentes dos ancestrais Cananitas - e se o pretenderem, porque não reclamam também os territórios ocupados pela Síria, nomeadamente, o Líbano? Porque eles não falam a linguagem dos ancestrais Cananitas, língua próxima do hebraico? 

Porque, de todo e definitivamente, eles NÃO SÃO Cananitas!

Os Filisteus.


O termo "Palestinianos" derivou da palavra "Filisteus". Na verdade, a única coisa que ambos têm em comum é que eles são invasores das terras de outros. Esse é precisamente o significado do seu nome, que não é uma denominação étnica mas um adjectivo que lhes foi aplicado: "Peleshet", do verbo "pelesh", que significa "divisores", "penetradores" ou "invasores". Os Filisteus eram uma confederação de povos não-semitas que vieram da ilha de Creta, ilhas do mar Egeu e da Ásia Menor, conhecidos como "Povos do Mar".

As principais tribos foram Shekelesh, Shardana, Tsikel or Thekker, Akhaiusha or Ekwesh, Danauna or Denyen, Masa or Meshuesh, Uashesh, Teresh or Tursha, Keshesh or Karkisha, Lukka or Rukka, and Labu. A terra original do grupo que governou a federação Filisteia chamava-se "Pelesati", que era uma ilha de Creta. 

Quando a civilização Minoica colapsou, també a cultura Minoica desapareceu de Creta e os invasores Gregos tomaram o controlo da ilha, estes Cretenses ancestrais chegaram ao extremos sul de Canaã, ficaram conhecidos pelos Hebreus e pelos Cananitas como "Philisteus". Hebreus e Cananitas tornaram-se aliados para combater os invasores. Os Philisteus também invadiram o Egipto e foram derrotados por Pharaoh Ramose III no Século XXII a. c.

Os Filisteus estavam organizados em cidades-estado sendo as mais importantes, o quinteto: Gaza, Ashdod, Ashkelon, Gath and Ekron, e o seu território era na proximidade da costa Mediterrânea, um pouco mais comprido e largo que o território hoje em dia reconhecido como Faixa de Gaza. Não a totalidade de Judá, eles nunca chegaram a Hebrom, Jerusalém ou Jericó!

Aqueles "Povos do Mar" que invadiram o Egipto foram expelidos em direção a ocidente de outras terras Mediterrâneas, não se misturaram com o povo árabe e desapareceram como grupos distintos nos tempos do Império Romano. Os que habitaram em Canaã foram derrotados pelo Rei David e reduzidos à insignificância. Os melhores guerreiros entre eles foram escolhidos como guarda-costas de David.

Os restantes Filisteus que ainda habitaram em Gaza foram subjugados por Sargon II da Assíria e depois desse tempo desapareceram definitivamente da história. Eles não são mais mencionados na Bíblia desde o retorno dos Judeus exilados na Babilónia.

Conclusão: 

Não há uma única pessoa no mundo inteiro que esteja apta para provar a linhagem Filistia, ainda, se os Palestinianos insistem, eles têm que se reconhecer como invasores em Israel, e então devem pedir à Grécia que os aceite de volta na ilha de Creta. Os Filisteus estão extintos e os que alegam ter ligações a esse povo são absolutamente mentirosos pois é historicamente impossivel estabelecer qualquer ligação.

Em qualquer caso, invocar a herança Filistia é ocioso porque isso não pode legitimar qualquer terra em que eles foram ocupantes estrangeiros e não habitantes nativos.

Os Filisteus não foram árabes e a única característica em comum entre ambos os povos é que em Israel, eles deveriam ser reconhecidos como invasores: os Filisteus vindos do mar e os Árabes vindos do deserto. Eles não querem Jerusalém por ser a sua cidade, a qual não é nem nunca foi sua pertença, eles simplesmente querem tirá-la aos Judeus, a quem ela pertence há mais de três mil anos.

Os Filisteus quiseram tomar para si a Arca da Aliança, os modernos chamados Palestinianos querem tirar-lhes a Cidade Santa da Aliança.

Os Palestinianos. 


Não, eles não não um povo ancestral mas invocam sê-lo. Eles nasceram num único dia, depois da guerra dos Seis Dias em 1967. Se eles fossem Cananitas verdadeiros, eles falariam Hebraico e exigiriam que a Síria que devolvesse a sua terra ancestral no Líbano, mas eles não são nada disso.

Se eles fossem Filisteus, então eles reclamariam a devolução da ilha de Creta à Grécia e reconheceriam que não têm nada em comum com a Terra de Israel e ainda pediriam desculpas por terem roubado a Arca da Aliança.
Continua: Um mito chamado Palestina 2

7 comentários:

  1. Excelente,muito boa explicação não existe nenhum povo que se chama povo palestino ou Palestiniano,esses que se denominam assim são ladrões e invasores da terra dos judeus e devem ser rechaçados.

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  2. Excelente,muito boa explicação não existe nenhum povo que se chama povo palestino ou Palestiniano,esses que se denominam assim são ladrões e invasores da terra dos judeus e devem ser rechaçados.

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  3. Muito bem explicado.Uma lição de História.

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  4. Piada texto tendencioso e deve ter sido escrito por um sionista.

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  5. Mas os judeus ashkenazis são arios, jázaros, pelo tanto não podem reclamar soberania num território alhéio! Veja o fenótipo dos lideranças israelíenses, brancos de olhos azuis, muito diferente do judeu étnico ou sefardita (ver a torcida do Beitar Jerusalem). Se eu estar mal informado por favor me corrijam com fontes onde pesquisar.

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