quarta-feira, 7 de junho de 2017

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Um Jesus Palestiniano


Eu cresci numa Escola Dominical a cantar aos Domingos:

Blessed and divine (Abençoada e Divina)
Is the land of Palestine (É a terra da Palestina)
Where Jesus was born. (Onde Jesus nasceu)

Mas Jesus nasceu na Palestina? Parece uma pergunta estranha para se fazer. Claro que nasceu, certo?

terça-feira, 18 de abril de 2017

Tetelestai


Se as pedras de uma certa estrada,
Pudessem contar o que nelas aconteceu,
Contariam muitas estórias e contos de fada,
E a história de um Homem Santo que nelas percorreu.

Multidões, gritos, ódio, violência e rancor,
Estava lançada a condenação deste inocente,
Que ao ver a excitação do povo, em fervor,
Não abriu a boca, e prosseguiu em frente.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Jesus no Yom Kippur



Muitas abordagens na Bíblia sobre a ordenança do Yom Kippur anteveem o grande Dia da Expiação: o sacrifício do próprio Messias.

Aparentemente, Deus enumera mandamentos estranhos e até mesmo bárbaros acerca do sacrifício de sangue na Lei, que para nós, cidadãos do século XXI nos parecem muito desconcertantes. Contudo, quando olhamos cuidadosamente e em detalhe para as instruções e o que está por detrás, torna-se impressionante verificar a beleza e a profundidade da sabedoria de Deus e dos seus planos proféticos. Basta apenas cavar um pouco mais para descobrir tesouros maravilhosos.

sábado, 15 de abril de 2017

O apartheid em Hebron


Hebron é, depois de Jerusalém, a segunda cidade mais sagrada para os Judeus. Os Judeus viveram nela mesmo depois da ocupação árabe no século VII. Eles eram considerados cidadãos inferiores, “dhimmis”, segundo os costumes da administração muçulmana. No século XVI os Judeus já tinham sido expulsos de entrar na Caverna dos Patriarcas. Houve motins contra os Judeus em 1517 e 1834. Nessa altura não se falava em ocupação, Sionismo e tão pouco Israel.

A maior chacina ocorreu em 1929. Cinquenta e nove Judeus foram assassinados por uma multidão de muçulmanos agressivos, enquanto alguns árabes, “Justos Entre as Nações”, rejeitaram o ódio e esconderam Judeus. No seguimento da chacina, os Judeus foram forçados a sair e os Muçulmanos tomaram os seus bairros e casas.

Hebron


Hebron está localizada a 30 Km ao sul de Jerusalém. A base económica de Hebron é a indústria de tecidos de algodão e roupas, produtos de couro e diferentes formas de artesanato. É conhecida pelas suas fábricas de vidro de sopro, oficinas de cerâmica, pedreiras de calcário, também pela sua quantidade de vinhas. 


O altar do sacrifício



“Se me levantares um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas, pois se sobre ele manejares a tua ferramenta, profaná-lo-ás.” Êxodo 20:25

“Façam o Altar do Senhor, o seu Deus, com pedras brutas, e sobre ele ofereçam holocausto ao Senhor, o seu Deus.” Deuteronómio 27:6 (NVI)

1. O que é um altar?

O altar é um lugar onde o homem mais se pode aproximar de Deus. É o lugar onde o imperfeito se encontra com o perfeito, o feio com o belo, a criação com o criador, o pecador com o justo.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Messiânicos ousados


Os jovens messiânicos israelitas estão cada vez mais a sobressair no palco sem medo de declararem o que são e aquilo em que crêem. O último exemplo aconteceu na passada Terça-Feira à noite durante o programa de talentos mais visto na TV israelita.
A jovem messiânica israelita (crente em Jesus) Shai Sol, com 20 anos de idade, gerou uma verdadeira onda de espanto entre a audiência e os júris do programa de talentos "Kochav Haba" (Apróxima estrela) quando declarou acreditar em Yeshua como Messias.

Três palavras impróprias


As palavras são usadas para expor uma realidade mas também podem ser usadas para contornar a realidade ou para criar algo novo. Por vezes, trocar uma simples palavra por outra pode mudar completamente todo o quadro.

Pessoalmente não acredito em qualquer neutralidade na questão de Israel. Há pessoas que não estão envolvidas ou sequer atentas aos factos (ainda que alguns dos que estão envolvidos também não têm conhecimento sobre muita coisa). O ponto é, existem factos, históricos, culturais e religiosos, e bem documentados.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

A moeda da Palestina



Uma das diversões favoritas dos anti-sionistas e pessoas que odeiam Israel é mostrar moedas da Palestina antes de 1948 como tentativa para provar que antes houve um "estado da Palestina".

Esta é uma prova a meramente ridícula porque ninguém nega a existência de um
Mandato Britânico para a Palestina, uma entidade geo-política, sob a administração Britânica, que resultou do Império Otomano no sul da Síria depois da I Grande Guerra. Como se pode ver, a moeda tem um inscrição em hebraico, inglês e árabe.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

O Plano de Deus para a paz no Médio-Oriente de acordo com Isaías 19


O "Estado Islâmico" está determinado a construir um Califado Islâmico na área do levante, incluindo Israel. Mas Deus tem outros planos. Isaías 19 fala de uma futura ligação entre três nações chave na região: Egipto, Síria e Israel adorando juntos a Deus. É difícil saber como essa profecia se cumprirá e para muitos tal parece como uma fantasia.

Canon Andrew, o famoso Vicário de Bagdad, explica que Níneve é um lugar central para a comunidade cristã, que os crentes no Iraque estão numa grande angústia e desesperada amargura. Recentemente ele encontrou-se em Jerusalém com crentes de toda a região do Médio-Oriente para uma conferência cujo foco era uma visão do futuro baseado na profecia de Isaías 19, a saber, a profecia sobre uma estrada (de Deus) desde o Egipto até à ancestral área da Assíria, que inclui atualmente o Iraque:

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Refugiados judeus e muçulmanos são comparáveis?


Numa tentativa atabalhoadade apaziguar o medo de permitir que milhares de refugiados muçulmanos entrem nos Estados Unidos sem a adequada segurança, alguns meios de comunicação social de tendência de esquerda, cedem à tentação de comparar os refugiados judeus que escapavam do holocausto com os muçulmanos que fogem do caos do médio-oriente.

Esta falsa analogia é incrivelmente ofensiva, não apenas para as vítimas do holocausto mas para a própria história. Seguem-se cinco razões pelas quais os refugiados muçulmanos não são comparáveis aos refugiados judeus da II Guerra Mundial: