Nunca imaginámos que este projeto fosse tão longe e em tão pouco tempo. As questões relacionadas com Israel envolvem sempre muita suspeita, radicalismo e fundamentalismo.
Também não estávamos à espera de uma adesão tão intensa de países como Angola e Moçambique, facto que nos surpreende mas também é revelador da necessidade haver conteúdos "made in Portugal" que não sejam apenas profecia, religiosidade e especulação.
