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sábado, 27 de agosto de 2016
A disputa interminável
Quando as forças de Maomé ficaram suficientemente fortes, ele marchou contra Meca com 10.000 guerreiros. Incapazes de enfrentar um poder tão surpreendente, os líderes de Meca permitiram que ele entrasse na cidade sem conflito. Ele, então, destruiu os ídolos dentro e ao redor da Caaba, mas, talvez para não deixar o povo sem ligações à sua antiga religião, deixou a rocha negra no lugar e aprovou a sua adoração, prática que é seguida pelos devotos muçulmanos até hoje. Ao mesmo tempo Maomé proclamou Meca como cidade santa do Islamismo e decretou que nenhum descrente teria permissão de pisar o seu solo sagrado.
Abraão em Meca
A caverna dos Patriarcas em Hebrom, conhecida como a Caverna de Macpela, é um dos locais sagrados tanto para Judeus como para muçulmanos. As religiões acreditam que esse é o lugar ao qual a Bíblia se refere: “Sepultaram-no Isaque e Ismael, seus filhos na caverna de Macpela” Génesis 25:9
Já que os Árabes afirmam ser descendentes de Ismael, compreende-se porque o local da sepultura de Abraão, pai de Ismael, é reverenciado por eles. Ismael, por outro lado, não foi sepultado naquele lugar, nem foi sepultado em qualquer parte da terra de Israel. O seu local de sepultamento foi em algum lugar descrito como “desde Havilá até Sur, que olha para o Egipto, como quem vai para a Assíria”. Génesis 25:18
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