segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Chanuká


Por volta do ano de 200 a.C. os judeus viviam como um povo autónomo na terra de Israel, a qual, nessa época, era controlada pelo rei selêucida da Síria. O povo judeu pagava impostos à Síria e aceitava a autoridade dos selêucidas, sendo, em troca, livre para seguir sua própria fé e manter seu modo de vida.

Em 180 a.C. Antíoco IV Epifanes ascendeu ao trono selêucida. Braço remanescente do império grego, encontrou barreiras para sua dominação completa sobre o povo judeu, e o modo mais prático para resolver isso era dominar de vez a região de Israel (mais precisamente a Judéia, ao sul) impondo de maneira firme a cultura da Grécia sobre os judeus, eliminado, assim, aquilo que os unificava em qualquer lugar que estivessem: a Torá (Lei). 


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Anti-semitismo



Thomas F. Torranse (The Meditation of Christ) especula que o anti-semitismo talvez encontre as suas origens neste aspecto: o conflito de Israel (Jacó) com Deus, o seu relacionamento "amor-ódio" com ele, reflecte o nosso relacionamento com Deus. No entanto, em vez de descarregar o nosso descontentamento em Deus, nós o descarregamos nos judeus, o povo escolhido de Deus. "... Embora a nossa verdadeira luta seja com a luz perscrutadora da revelação divina reflectida por Israel, é, contra o próprio povo de Israel que extravasamos o nosso ressentimento. Aí temos, creio, a raiz do anti-semitismo. 

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

O sétimo desafio - facas




FACAS, O SÉTIMO DESAFIO

por Israel Blajberg

A história repete-se. Em 1929 os árabes de Hebron, inflamados por boatos de que os judeus iriam apossar-se do Monte do Templo, assassinaram friamente 70 judeus, a maioria religiosos e jovens estudantes de yeshivá, a escola ortodoxa. Como hoje, usaram armas brancas. Em 1967, durante a Guerra dos 6 Dias, quando o exército de Israel entrou em Hebron, na então Jordânia, não houve luta. O presidente do município e dignitários vieram ao encontro das tropas com bandeiras brancas, temerosos de que fosse acontecer a vingança de 1929.



quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Lulav - Festa dos Tabernáculos


Sucot é a festa do regozijo. Em tempos longínquos, multidões de peregrinos vinham de todas as partes de Israel e do mundo, e chegavam a Jerusalém em caravanas coloridas e festivas. Sucot, cuja celebração começa em 15 de Tishri sucede e substitui a severidade e a solenidade de Yom Kipur.

Em Jerusalém, os judeus preparam e habitam em tendas cobertas com ramos ao longo das ruas, no pátio do templo, sobre os telhados das casas, nos montes e vales ao redor da cidade.

Selecção de futebol da palestina em 1939



MAIS UMA PROVA QUE A PALESTINA DE HOJE, NUNCA EXISTIU!

A Palestina enfrentou a Austrália, em 1939. E todos os seus jogadores eram judeus.

Muitos factos sobre o conflito israelo-palestino não aparecem nos livros de história e muitos são usados como forma de desinformação. O que temos aqui encaixa-se nos dois casos.

Em 1939, a selecção da Palestina fez uma excursão de cinco meses à Austrália, que teve grande repercussão nos meios de com comunicação locais. Na internet, temos acesso a fotos, reportagens, um vídeo de ótima qualidade de um dos jogos. E também há páginas e mais páginas palestinas que usam este vídeo como “prova” de que existiu um Estado palestino. Vejamos:

sábado, 26 de setembro de 2015

A Festa dos Tabernáculos


O que significa Sucot?

 

Sukkot é a forma plural da palavra hebraica Sukkah, que significa uma habitação temporária, como uma tenda, cabine ou barraca. As traduções inglesas da Bíblia referem tipicamente o feriado como Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas.

A Sukkah representa as habitações temporárias em que os israelitas viveram peregrinando no deserto depois que o Senhor os tirou do Egipto.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Apoiantes de Israel não devem usar certas expressões


A comunicação social dominante do ocidente faz uma cobertura de Israel amarrada com expressões intencionalmente desenhadas para deslegitimar o estado Judaico. As boas notícias são que estes termos não foram escritos em pedras há 3.300 anos atrás, mas são criações posteriores à independência de Israel em 1948. Se adoptarmos essa linguagem, nós desperdiçamos a nossa história. Aqui estão 13 frases que devemos parar de reproduzir:

#1 – “West Bank”

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A voz dos ilustres




"Israel transporta o escudo da democracia e honra a espada da liberdade."
John F. Kenedy

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Jerusalém Cidade de Deus



Jerusalém é a Cidade de Deus, conhecida assim desde o Antigo Testamento, quando o Senhor a escolheu para ser Sua.

"Mas o lugar que o SENHOR vosso Deus escolher de todas as vossas tribos, para ali pôr o seu nome, buscareis, para sua habitação, e ali vireis." Deuteronômio 12:5


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

A Irmandade Muçulmana


«O islão deseja destruir todos os Estados e governos em qualquer lugar da face da Terra que se oponham à ideologia e programa do islão independentemente do país ou nação onde isso aconteça». Estas foram as afirmações do Sheikh Sayyid Abul A'la Maududi, teólogo paquistanês e fundador do partido Jama’at-i Islami, inspirado na doutrina da Irmandade Muçulmana.

A Irmandade Muçulmana aplica a doutrina do movimento fundado por Hasan Al-Banna (1906 / 1949), um admirador de Adolf Hitler e que fundiu a doutrina Nazi com o islão, uma vez que ambos tinham muito em comum, i.e., a criação de um único sistema político (Califado) que governaria o mundo de acordo com a Lei Islâmica, a Sharia, o ódio aos judeus (e mais tarde, cristãos) e a guerra contra a Grã-Bretanha.



domingo, 6 de setembro de 2015

E se Israel desaparecesse?


Nós, os árabes, temos desperdiçado sete décadas da nossa existência à espera que Israel desapareça. Contudo, chegou o tempo em que devemos antes pensar no futuro e o desaparecimento de Israel nem deveria ser o nosso último desejo.

Desde 1948, nós os árabes, temos sido ensinados que tudo o que precisamos de fazer é livrarmo-nos do Estado de Israel e que tudo, a partir daí, passará a correr bem.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O risco de amar demais o povo judeu


O risco de amar o povo judeu mais do que o Messias Judeu.

Por favor não nos amem mais (ao povo judeu) do que vocês amam o vosso Messias Judeu! 


O que eu quero dizer com isto?
- Eu sou judeu, um entre cerca de 14.000.000;
- Também, nasci em Israel, em Tel-Aviv que reduz a minha existência para 1 entre cerca de 4.000.000;
- Também, sou Israelita-Judeu seguidor de Yeshua (Jesus) o Messias, o que faz de mim um entre cerca de apenas 7.000.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Salão da declaração da independência



Salão da declaração da independência de Israel-Telavive.

O salão da declaração da independência hoje é aberto a visitantes. No passeio pelas salas, o visitante encontra uma apresentação da história do sionismo e dos acontecimentos que precederam 14 de Maio de 1948, e um curta-metragem revive o espírito pioneiro de Telavive naqueles dias.

sábado, 29 de agosto de 2015

Carta de um palestino

Circulou durante algum tempo na internet, especialmente por e-mail, este texto:

"Amigos,


Meu nome é Achmed Assef, sou palestino e atualmente vivo no Brasil.

Desde que, novamente, se iniciaram os conflitos no Oriente Médio, não se fala em outra coisa a não ser desta guerra infeliz que faz tantas vitimas nos dois lados.