sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Apoiantes de Israel não devem usar certas expressões


A comunicação social dominante do ocidente faz uma cobertura de Israel amarrada com expressões intencionalmente desenhadas para deslegitimar o estado Judaico. As boas notícias são que estes termos não foram escritos em pedras há 3.300 anos atrás, mas são criações posteriores à independência de Israel em 1948. Se adoptarmos essa linguagem, nós desperdiçamos a nossa história. Aqui estão 13 frases que devemos parar de reproduzir:

#1 – “West Bank”

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Jerusalém Cidade de Deus



Jerusalém é a Cidade de Deus, conhecida assim desde o Antigo Testamento, quando o Senhor a escolheu para ser Sua.

"Mas o lugar que o SENHOR vosso Deus escolher de todas as vossas tribos, para ali pôr o seu nome, buscareis, para sua habitação, e ali vireis." Deuteronômio 12:5


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

A Irmandade Muçulmana


«O islão deseja destruir todos os Estados e governos em qualquer lugar da face da Terra que se oponham à ideologia e programa do islão independentemente do país ou nação onde isso aconteça». Estas foram as afirmações do Sheikh Sayyid Abul A'la Maududi, teólogo paquistanês e fundador do partido Jama’at-i Islami, inspirado na doutrina da Irmandade Muçulmana.

A Irmandade Muçulmana aplica a doutrina do movimento fundado por Hasan Al-Banna (1906 / 1949), um admirador de Adolf Hitler e que fundiu a doutrina Nazi com o islão, uma vez que ambos tinham muito em comum, i.e., a criação de um único sistema político (Califado) que governaria o mundo de acordo com a Lei Islâmica, a Sharia, o ódio aos judeus (e mais tarde, cristãos) e a guerra contra a Grã-Bretanha.



domingo, 6 de setembro de 2015

E se Israel desaparecesse?


Nós, os árabes, temos desperdiçado sete décadas da nossa existência à espera que Israel desapareça. Contudo, chegou o tempo em que devemos antes pensar no futuro e o desaparecimento de Israel nem deveria ser o nosso último desejo.

Desde 1948, nós os árabes, temos sido ensinados que tudo o que precisamos de fazer é livrarmo-nos do Estado de Israel e que tudo, a partir daí, passará a correr bem.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O risco de amar demais o povo judeu


O risco de amar o povo judeu mais do que o Messias Judeu.

Por favor não nos amem mais (ao povo judeu) do que vocês amam o vosso Messias Judeu! 


O que eu quero dizer com isto?
- Eu sou judeu, um entre cerca de 14.000.000;
- Também, nasci em Israel, em Tel-Aviv que reduz a minha existência para 1 entre cerca de 4.000.000;
- Também, sou Israelita-Judeu seguidor de Yeshua (Jesus) o Messias, o que faz de mim um entre cerca de apenas 7.000.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Salão da declaração da independência



Salão da declaração da independência de Israel-Telavive.

O salão da declaração da independência hoje é aberto a visitantes. No passeio pelas salas, o visitante encontra uma apresentação da história do sionismo e dos acontecimentos que precederam 14 de Maio de 1948, e um curta-metragem revive o espírito pioneiro de Telavive naqueles dias.

sábado, 29 de agosto de 2015

Carta de um palestino

Circulou durante algum tempo na internet, especialmente por e-mail, este texto:

"Amigos,


Meu nome é Achmed Assef, sou palestino e atualmente vivo no Brasil.

Desde que, novamente, se iniciaram os conflitos no Oriente Médio, não se fala em outra coisa a não ser desta guerra infeliz que faz tantas vitimas nos dois lados.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O direito à terra dos seus ancestrais


De quem é a terra afinal?


Quem são os palestinos?  https://www.youtube.com/watch?v=aYMviMHH0nc


Os mapas antigos: http://www.haaretz.com/jewish-world/jewish-world-features/.premium-1.623828

Os muçulmanos sionistas



Enquanto que no mundo árabe os muçulmanos lutam uns contra os outros, em Israel eles usufruem de liberdade, cidadania, direitos e deveres iguais. Árabes muçulmanos assumem que são sionistas (o mesmo é dizer que Israel tem direito à sua terra) e sabem que ao defender Israel, estão a defender também a sua liberdade religiosa e a integridade física das suas famílias.

Os sobreviventes

Elie Wiesel, quarto a contar da esquerda na gaveta inferior.
"What we are suffering through today is not a battle of Jew versus Arab or Israeli versus Palestinian. Rather, it is a battle between those who celebrate life and those who champion death. It is a battle of civilization versus barbarism." (Elie Wiesel )

"O que estamos a sofrer hoje não é uma batalha que opõe judeus a árabes ou israelitas a palestinos, mas antes uma luta entre aqueles que celebram a vida e aqueles que defendem a morte. Uma guerra entre a civilização e a barbárie." (Tradução Filipe Marto)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Os direitos das minorias

Líder da Igreja Ostodoxa em Israel
Israel é o único país no médio oriente onde as minorias são protegidas, ao contrário do que se conhece em todo o restante mundo árabe.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A ética dos seus médicos



Os médicos israelitas, sejam eles judeus ou árabes cumprem com rigor e ética a sua missão. Para eles pouco importa a raça, o credo ou a cor do paciente que têm de salvar. É isto que muitos desejam que nao seja assim.

http://www.timesofisrael.com/arab-doctor-saves-jewish-soldier-hit-by-arab-bullets-no-big-deal/

Os problemas dos partidos de esquerda


Um professor brasileiro explica porque duas ideologias opostas se unem para um combate comum: "A esquerda não é pró-árabe, é anti-israel e anti-sionismo em consequência.
Porquê? Porque Israel representa tudo o que a esquerda odeia!

A esquerda não tolera:

  1. Plurarismo partidário. A defesa de opiniões contraditórias sem que a pessoa seja considerada teu inimigo;
  2. Liberdade absoluta de imprensa;
  3. Um poder judicial independente;
Conclusão: o socialismo tinha tudo para dar certo e deu errado, o sionismo tinha tudo para dar errado e deu certo."


O filho do Hamas


A questão Israel / Hamas tem incendiado o mundo e nenhuma outra região gera tanta controvérsia como esta. Quando Jerusalém entra em guerra, hoje em dia, não há cidade cujos cidadãos escapem de alguma forma a envolverem-se também em conflito.

Há pelo menos duas razões pelas quais não fico de fora deste combate político:


A força desproporcionada



A questão da força desproporcionada parece-me tão interessante como falsa. Em guerra tudo é desproporcionado e despropositado.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Os refugiados


A questão dos refugiados é uma maiores das bandeiras de propaganda anti-israel e cada vez mais usada e com mais frequência. Na verdade existiram mais refugiados judeus que regressaram à terra dos seus ancestrais do que árabes que regressaram aos seus países de origem. 

Os territórios ocupados


Não existe tal coisa como "territórios ocupados" porque em 1967 não havia qualquer nação chamada "Palestina". Na melhor das hipóteses poderemos chamar-lhes territórios disputados. 

Não existe, tão pouco, qualquer ilegalidade, na construção de colonados judeus em territórios que na sua origem são do povo judeu e cuja partilha os árabes nunca aceitaram, excepto com os acordos de Oslo. 


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O apartheid



Acusar Israel de ser um estado que promove o apartheid além de ser uma mentira grosseira contribui para desviar as atenções do que é a verdadeira discriminação.