Plataforma de consulta sobre questões relacionadas com Israel e o povo judeu.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
A injustiça descarada
Existem muitos grupos étnicos e religiosos muito maiores que os 14 milhões de Judeus, e alguns deles são bastante agressivos e descarados sobre a sua determinação em conquistar o mundo. O número de judeus neste planeta é tão pequeno que se torna ridículo acusá-los de uma “conspiração sionista internacional” para conquistar o planeta. Mas essa é a acusação que lhes tem sido feita durante muitos séculos.
Os membros dessa minoria odiada, perseguida e massacrada devem ter-se questionado muitas vezes a respeito disso milhões de vezes. Porque serão os judeus, o foco perpétuo de uma acusação obviamente tão falsa?
Uma questão de identidade
Enquanto muitos milhares de judeus, sem nenhuma preocupação pela herança judaica de seus filhos, estão se casando com gentios, algo inexplicável continua fazendo com que milhões de outros se agarrem a essa herança universalmente desprezada com um orgulho tenaz. Será que é respeito pela tradição? Será que um senso de “maldição” tão forte pode sobrepor-se ao medo de perseguição e até do martírio? A razão certamente não é a fé no Deus de Abraão, já que tão poucos professam essa crença.
Um breve exame da história antiga desde Babilónia.
Anti-semitismo não é com certeza nada novo. Ele pode ser identificado já nas primeiras eras da antiguidade. Os judeus têm sido objecto de perseguição e extermínio premeditado, pelo menos desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonozor que os espalhou por muitas nações há mais de 2.500 anos atrás. O que aconteceu sob Antíoco Epifânio 400 anos depois é apenas um exemplo do que os judeus sofreram repetidamente. Josefo relata-nos assim:
“Antíoco não estava satisfeito, nem com uma tomada inesperada da cidade (Jerusalém, 167 a.C.), nem com o seu saque, nem com o grande massacre que fizera ali. Sendo controlado pelas suas paixões violentas e lembrando-se do que sofrera durante o cerco, tentou convencer os judeus a dissolverem as leis do seu país, deixar de circuncidar os bebés, e em vez disso, queria que sacrificassem carne de porco sobre o altar; contra isso eles opuseram-se e os mais destacados entre eles foram executados.”
Os Macabeus
É admirável que o Judaísmo tenha podido sobreviver, e no entanto sobreviveu contra todas as probabilidades. Apesar da perseguição diabólica, ou talvez por causa dela, os judeus, com pouca fé real na validade das Suas Escrituras, agarraram-se, pelo menos, às formas tradicionais de religião. Fizeram-no, apesar da sua religião não os poder salvar dos seus inimigos, pela qual os seus ancestrais lutaram e oraram tanto.
O Judaísmo sem Templo
Após da destruição de Jerusalém e do Templo em 70 d.C. pelos exércitos de Tito, até o judeu mais pobre agora tinha que pagar a um templo pagão de Roma o meio ciclo que os Judeus piedosos antigamente pagavam cada ano para a manutenção do Templo em Jerusalém. O sumo-sacerdote e o sinédrio foram abolidos. O Judaísmo tomou a forma que mantém até aos dias de hoje: uma religião sem Templo central, sem um sacerdócio dominante e sem o seu culto sacrificial. Os saduceus desapareceram, enquanto que os fariseus e os Rabis tornaram-se líderes de um povo desabrigado que não tinha mais nada senão as suas sinagogas e a sua esperança.
O cristianismo falsificado e agressor que veio de Roma.
Por desconhecimento, os judeus equiparam o cristianismo ao catolicismo, sem saber que a Igreja Católica Romana, apesar de se afirmar cristã, matou mais cristãos que judeus.
Os “cristãos” sossegaram, mas agora…
Uma ameaça crescente
Dos 2.000.000 de sobreviventes judeus que sobreviveram na Europa no fim da II Guerra Mundial, muitos chegaram a uma terrível conclusão: fosse qual fosse o regime, seria melhor não ser judeu. E hoje esse medo está a despertar novamente. Rozsa Berend menciona variações anti-semitas nas recentes campanhas eleitorais húngaras: Tudo parece estar bem agora, mas ninguém sabe o que acontecerá se a economia continuar a cair e as pessoas e as pessoas começarem a clamar por um líder. Os judeus ainda podem acabar pagando um preço muito alto.
Arrependimento ou hipocrisia?
Num desenvolvimento raro, no dia 15 de Novembro de 1994, o presidente austríaco, Thomas Klestil, pediu desculpas pela actuação da Áustria durante o Holocausto Nazi e reconheceu que “muitos dos piores carrascos da ditadura nazi foram austríacos. Ele fez este discurso diante do parlamento Israelita durante uma visita de três dias a Israel, a primeira de um chefe de Estado Austríaco. “Nenhuma palavra de desculpas jamais poderá apagar a agonia do Holocausto”, disse Klestil, “em nome da República da Áustria, eu curvo a minha cabeça com profundo respeito e profunda emoção diante das vítimas.” Cerca de 15.000 judeus moram na Áustria de hoje, comparados com os 180.000 em 1938. Cerca de 70 000 judeus austríacos morreram no Holocausto.
Porque razão o anti-semitismo existe?
O anti-semitismo não só persiste, mas surpreendentemente ele cresce, num planeta onde a igualdade dos sexos e das raças é promovida, e a descriminação baseada da raça, cor ou credo é combatida, supostamente. Será que a impressionante perseguição que os judeus continuam a sofrer é a sua sorte por serem “povo escolhido” de Deus?
Como povo especial de Deus, tão próximo do seu coração, os judeus poderiam esperar que Ele protegesse os seus. E Ele fá-lo.
sábado, 3 de setembro de 2016
O melhor de Israel é o seu Messias!
Nunca imaginámos que este projeto fosse tão longe e em tão pouco tempo. As questões relacionadas com Israel envolvem sempre muita suspeita, radicalismo e fundamentalismo.
Também não estávamos à espera de uma adesão tão intensa de países como Angola e Moçambique, facto que nos surpreende mas também é revelador da necessidade haver conteúdos "made in Portugal" que não sejam apenas profecia, religiosidade e especulação.
sábado, 27 de agosto de 2016
A verdadeira obsessão
As Nações Unidas tentam desesperadamente concretizar uma solução pacífica para a cidade enigmática de Jerusalém. A Igreja Católica Romana envolveu e alguns líderes de Israel aparentemente estavam dispostos a entregar Jerusalém ao controlo administrativo do Vaticano e até mesmo a dar à Jordânia maior poder sobre os locais religiosos islâmicos. Israel continua disponível para mais negociações mas qualquer cedência que possa ser feita ela nunca será suficiente para alcançar a paz.
A disputa interminável
Quando as forças de Maomé ficaram suficientemente fortes, ele marchou contra Meca com 10.000 guerreiros. Incapazes de enfrentar um poder tão surpreendente, os líderes de Meca permitiram que ele entrasse na cidade sem conflito. Ele, então, destruiu os ídolos dentro e ao redor da Caaba, mas, talvez para não deixar o povo sem ligações à sua antiga religião, deixou a rocha negra no lugar e aprovou a sua adoração, prática que é seguida pelos devotos muçulmanos até hoje. Ao mesmo tempo Maomé proclamou Meca como cidade santa do Islamismo e decretou que nenhum descrente teria permissão de pisar o seu solo sagrado.
As revelações de conveniência
Quando se começou a praticar a religião que viria a ser conhecida como Islamismo, Maomé tratou bem os judeus, porque eles eram, na sua percepção na época, o povo escolhido de Deus. E em resposta, os judeus de Medina, para onde Maomé fugiu de Meca, foram no princípio favoráveis ao profeta. Ele permitiu que continuassem a praticar a sua religião, a viver em paz e gozar dos mesmo direitos que os seus seguidores. Nesse princípio, Maomé aprovava as Escrituras judaicas e até fez os seus seguidores orarem voltados para Jerusalém, apesar da cidade não ser mencionada no Corão.
Um abraão idólatra
O Corão descreve Abraão e Ismael reconstruindo a Caaba, que era um templo que guardava os diversos ídolos que eram adorados ali. Que insulto a Abraão, cuja vida prova que ele jamais seria culpado por construir um templo idólatra ou de adorar dentro dele.
A Bíblia deixa bem claro que adorar ídolos é uma abominação ao único Deus verdadeiros, a quem Abraão adorava. Os comentários de Will Durant na sua monumental “A História da Civilização” são os seguintes:
A Bíblia deixa bem claro que adorar ídolos é uma abominação ao único Deus verdadeiros, a quem Abraão adorava. Os comentários de Will Durant na sua monumental “A História da Civilização” são os seguintes:
Abraão em Meca
A caverna dos Patriarcas em Hebrom, conhecida como a Caverna de Macpela, é um dos locais sagrados tanto para Judeus como para muçulmanos. As religiões acreditam que esse é o lugar ao qual a Bíblia se refere: “Sepultaram-no Isaque e Ismael, seus filhos na caverna de Macpela” Génesis 25:9
Já que os Árabes afirmam ser descendentes de Ismael, compreende-se porque o local da sepultura de Abraão, pai de Ismael, é reverenciado por eles. Ismael, por outro lado, não foi sepultado naquele lugar, nem foi sepultado em qualquer parte da terra de Israel. O seu local de sepultamento foi em algum lugar descrito como “desde Havilá até Sur, que olha para o Egipto, como quem vai para a Assíria”. Génesis 25:18
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
O filho preferido
Bem, o relato não nos revela qualquer preferência sobre qualquer deles, mas enfatiza o facto de que ambos estavam desfocados da vontade do Pai e do propósito familiar.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Porque eu, uma gentia, amo o povo Judeu
Um homem, a quem alguém pode chamar um missionário, estava a fazer visitação num bairro Judaico. Então, em certa residência, encontrou uma pessoa que lhe disse: "O que eu detesto em pessoas como você é que acusam sempre os Judeus por terem matado o vosso Cristo".
"Quem quer que seja que lhe disse isso errou", replicou o missionário. E de imediato abriu a sua Bíblia em Isaías 53:5 onde leu: "Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados."
"Está a ver?" Disse o missionário, "Ele foi pendurado lá por mim."
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
A bandeira da Palestina em 1939
No dicionário
Larousse Francês de 1939 o desenho das bandeiras aparece em ordem alfabética. Nele, pode também ser verificado que a bandeira da Alemanha tinha o símbolo da Suástica Nazi o que prova que a data deste manual era anterior a 1945.
Agora, alfabeticamente, olhamos para a Bandeira da Palestina e ali está ela! Como se parece? Surpreendido? Ah, mas então não dizem por aí que a Palestina era um território soberanos Islâmico-Árabe-Turco que os Judeus malvados tomaram de assalto?
Agora, alfabeticamente, olhamos para a Bandeira da Palestina e ali está ela! Como se parece? Surpreendido? Ah, mas então não dizem por aí que a Palestina era um território soberanos Islâmico-Árabe-Turco que os Judeus malvados tomaram de assalto?
Polícia filmado a maltratar criança palestina
Todas as polícias do mundo comentem erros e abuso de poder, porém, se a polícia for de Israel a notícia vem a lume com um requinte especial.
Quem me chamou a atenção para este episódio foi um cristão no facebook que tratou de imediato de apontar o dedo aos cristãos que defendem Israel "como se o seu povo fosse a maior vítima do mundo e afinal cometem estes abusos..."
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