No 2º Séc. d.c. a última tentativa dos Judeus para alcançar a independência do Império Romano culminou no conhecido evento de Massada, que é históricamente documentado e reconhecido universalmente como o facto que determinou a Diáspora Judaica de uma forma definitiva.
Plataforma de consulta sobre questões relacionadas com Israel e o povo judeu.
terça-feira, 10 de maio de 2016
Um mito chamado Palestina 2
No 2º Séc. d.c. a última tentativa dos Judeus para alcançar a independência do Império Romano culminou no conhecido evento de Massada, que é históricamente documentado e reconhecido universalmente como o facto que determinou a Diáspora Judaica de uma forma definitiva.
Um mito chamado Palestina 1
Existem alguns mitos modernos, ou exactamente, mentiras, que podemos ouvir diariamente através dos meios de comunicação social como se fossem verdade, e claro, escondem os factos verdadeiros. Por exemplo, quando o Monte do Templo ou Jerusalém são mencionados, usualmente sublinham que é "o terceiro lugar sagrado dos muçulmanos"! Soa como uma informação absolutamente tendenciosa! Mas porque nunca se diz que é O PRIMEIRO Lugar Sagrado para os Judeus?
De forma a tornar este assunto mais compreensível, iremos apresentá-lo em sete unidades:
domingo, 8 de maio de 2016
Fanatismo por Israel
Ser cristão e amar os judeus suscita uma das maiores controvérsias entre os evangélicos e divide-os. Há muitas variantes de abordagem à questão, desde os mais apaixonados até aos que repugnam qualquer interesse sobre este assunto, ou seja, pode ser-se do Benfica, comunista, mas sionista é que não.
Então, temos os que: em Israel é tudo profético; que é a “nação santa” (não se pode tocar na menina do olho); os que são sionistas mas por causa da opinião dos seus líderes ou amigos “nem chegam perto”; os que só usam a bandeira de Israel nos seus púlpitos e nem sequer têm a Portuguesa (outros nem conhecem o protocolo de uso de bandeiras – que coisa feia para líderes!); os que celebram as festas todas de Israel, religiosas e históricas, os que “Jerusalém ou Meca” tanto faz; “pedras não me interessam"; e a mais conhecida de todas, “A Igreja é que é o Israel de hoje!”.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Cristianismo sem Templo
Em 18 de Abril de 2016 a UNESCO adoptou uma resolução negando aos Judeus a sua ligação histórica ao Monte do Templo e ao Muro das Lamentações. A Espanha, França, Suécia, Russia e Eslovenia, países Europeus com herança judaico-cristã juntaram-se à Algéria, Egipto, Kuweit, Marrocos, Tunísia e Emirados Árabes, referindo-se ainda a Jerusalém como a "capital da Palestina ocupada". Israel foi ainda acusado de colocar "falsas campas judaicas" num antigo cemitério no Monte das Oliveiras o qual tinha sido vandalizado pelo jordanos antes de 1967 e cujas lápides tinham sido usadas como pavimento de ruas.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Irena Sendler
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Três dias
"...Então alguns escribas e fariseus lhe disseram: Mestre, gostaríamos de ver da tua parte algum sinal. E Ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal, porém não se lhe dará outro sinal senão o do profeta Jonas. Pois como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra." Mateus 12:38-40
Quem é a pessoa que diz estas palavras? Jesus! Quantos dias Jesus disse que estaria morto? Três!
Páscoa Judaica
A Pascoa de 2016 começa na Sexta-feira à noite do dia 22 de Abril. A primeira ceia de Páscoa é na noite de Sexta, 22 de Abril e a segunda ceia de Páscoa ocorre na noite de Sábado de 23 de Abril.
O que é a Páscoa?
terça-feira, 19 de abril de 2016
Israel também tem idiotas
Lembra-se de Judas Iscariotes, aquele que fazia parte da equipa mais fantástica do mundo? Lembra-se os fariseus e daqueles a quem Jesus chamou hipócritas? Sabia que eles ainda existem?
Pois é. Há quem ande à procura deles, especialmente
nessa nação querida, que de santa, na verdade ainda tem muito pouco, e no que
diz respeito aos "escolhidos" também está muito longe do desejável.
Na nossa página de facebook, sempre que podem e lhes
apetece, aparecem alguns hipócritas para nos “esfregarem a cara com alguns
imbecis isrelitas”. Sim, eles existem, e estão lá como elementos corrosivos da
sociedade. Alguns deles, lamentavelmente têm o coração amargurado pelo holocausto,
perseguições e guerras, e outros, são titulares de um temperamento vingativo e prontos
para disparar dardos mortais contra quem se oponha aos seus ideais e ambições
pessoais. Eles são de “esquerda”, são de “direita”; eles são judeus e também são
árabes israelitas.
Nazaré
Nazaré é a capital e maior cidade do distrito norte de Israel. Também funciona como uma capital árabe para os cidadãos árabes de Israel que constituem a vasta maioria da população local. Hoje a cidade possui cerca de 71.500 habitantes: 25.000 árabes muçulmanos, 22.500 árabes cristãos e 24.000 Judeus.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
O Messias Leproso
Por vezes usamos a palavra “leproso” para descrever uma persona-non-grata… alguém rejeitado pela maioria e abandonada ao frio. É uma experiência que muitos de nós já tiveram uma vez ou outra, e essa é uma das com que Yeshua compreendeu e se preocupou. O Talmude até descreve um “Messias Leproso” e inclui uma história acerca de como o Messias seria encontrado a cuidar de leprosos:
terça-feira, 12 de abril de 2016
Os milagres "messiânicos"
Cada milagre de Jesus, para além do impacto que produzia na vida da pessoa que era abençoada, e nas multidões, tem uma profundidade muito maior que só uma observação mais atenta sobre o ambiente que rodeava Jesus e a mensagem que Ele queria transmitir nos pode revelar.
Fazer milagres não era apenas uma demonstração de autoridade, mas também o resultado de uma paixão pela humanidade e o cumprimento de uma missão: Ele era o Messias, portanto tinha que cumprir todas as expectativas relacionadas com a sua pessoa.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Israel sozinho
Israel está cada vez mais sozinho. É fisicamente atacado pelos foguetes do Hamas mas é internacionalmente atacada por defender-se. Sim, os foguetes israelitas são mais poderosos e mortíferos do que os do Hamas. Mas se fosse ao contrário acham que o Hamas não usaria os foguetes mais assassinos para atacar Israel? Acham que o Hamas alguma vez os usaria só para contra-atacar, depois de um ataque israelita?
Há mais de uma guerra. Nesta guerra mais recente, a maioria (mas nunca a totalidade) dos israelitas está de um lado e do outro estão o Hamas e a maioria (mas nunca a totalidade) dos palestinianos.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Ron Prosor na Assembleia Geral da ONU
Magnifica análise do que ocorre no Oriente Médio e o cinismo do mundo.
Discurso do Embaixador Ron Prosor na Assembleia Geral da ONU realizado em 24 de Novembro de 2014.
Sr. Presidente,
Apresento-me em frente ao mundo como um orgulhoso representante do Estado de Israel e do povo Judeu. Apresento-me ereto diante de vós por saber que a verdade e a moralidade estão do meu lado. E apesar disto, estou aqui sabendo que hoje, nesta Assembleia, a verdade será colocada de ponta-cabeça e moralidade será posta de lado.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
O povo escolhido
A expressão “povo escolhido” é usada, abusada e ridicularizada como referência a Israel em comentários nas redes sociais. Cristãos bem intencionados usam repetidamente esta expressão para defender o “povo de Deus” dos ataques dos meios de comunicação e dos movimentos anti-sionistas.
Na tradução bíblica de João Ferreira de Almeida há 207 expressões “meu povo”, 7 das quais no Novo Testamento. Grande parte destas expressões nem sequer são “mimos” por parte de Deus, antes pelo contrário, são correções, exortações e castigos. Portanto, assumamos desde já que ser “filho” não é por si só um privilégio mas também são aplicadas punições. Além do mais, o profeta Oseias lança um aviso profético: “… Chamarei meu povo ao que não era meu povo; e amada à que não era amada.” Romanos 9:25 (citação de Paulo resumindo Oseias 1:9,10)
Perguntas sem resposta
Se você considera que “Palestina” deve ser um país “Soberano” e “Independente” que remonta longinquamente na história, como muitos querem que acreditemos, então algumas perguntas necessitam de ser respondidas:
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Chanuká
Em 180 a.C. Antíoco IV Epifanes ascendeu ao trono selêucida. Braço remanescente do império grego, encontrou barreiras para sua dominação completa sobre o povo judeu, e o modo mais prático para resolver isso era dominar de vez a região de Israel (mais precisamente a Judéia, ao sul) impondo de maneira firme a cultura da Grécia sobre os judeus, eliminado, assim, aquilo que os unificava em qualquer lugar que estivessem: a Torá (Lei).
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Anti-semitismo
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
O sétimo desafio - facas
por Israel Blajberg
A história repete-se. Em 1929 os árabes de Hebron, inflamados por boatos de que os judeus iriam apossar-se do Monte do Templo, assassinaram friamente 70 judeus, a maioria religiosos e jovens estudantes de yeshivá, a escola ortodoxa. Como hoje, usaram armas brancas. Em 1967, durante a Guerra dos 6 Dias, quando o exército de Israel entrou em Hebron, na então Jordânia, não houve luta. O presidente do município e dignitários vieram ao encontro das tropas com bandeiras brancas, temerosos de que fosse acontecer a vingança de 1929.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Lulav - Festa dos Tabernáculos
Sucot é a
festa do regozijo. Em tempos longínquos, multidões de peregrinos vinham de
todas as partes de Israel e do mundo, e chegavam a Jerusalém em caravanas
coloridas e festivas. Sucot, cuja celebração começa em 15 de Tishri sucede e
substitui a severidade e a solenidade de Yom Kipur.
Em
Jerusalém, os judeus preparam e habitam em tendas cobertas com ramos ao longo
das ruas, no pátio do templo, sobre os telhados das casas, nos montes e vales
ao redor da cidade.
Selecção de futebol da palestina em 1939
MAIS UMA PROVA QUE A PALESTINA DE HOJE, NUNCA EXISTIU!
A equipa de futebol da "Palestina" em 1939 enfrentou a Austrália e todos os seus jogadores eram judeus.
Muitos factos sobre o conflito israelo-palestino não aparecem nos livros de história e outros são usados como forma de desinformação. O que temos aqui encaixa-se nos dois casos.
Em 1939, a selecção da Palestina fez uma excursão de cinco meses à Austrália, a qual teve grande repercussão nos meios de com comunicação social locais. Na internet, temos acesso a fotos, reportagens e um vídeo de ótima qualidade de um dos jogos. E também há páginas e mais páginas palestinas que usam este vídeo como “prova” de que existiu um estado palestino. Vejamos:
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















