quarta-feira, 11 de maio de 2016

O que é o Sionismo


Ainda me lembro da primeira vez que me chamaram Sionista. Estava então no 9º ou 10º ano e eu tinha uma posição assumida como evangélico, activista anti-drogas, pró-AD, anti-Soviético e pró-Israel, isso mesmo, isso tudo! Numa das muitas discussões com o professor comunista de eletrotecnia, um colega mais informado que eu na questão judaica "acusou-me" de ser SIONISTA. Não gostei, mas era. Herdei esta simpatia do meu pai, cristão evangélico, que gostava de acompanhar na rádio um milagre chamado Israel.


A Declaração de Balfour


Arthur James Balfour foi Primeiro-Ministro do Reino Unido entre 1902-1905. É da sua autoria a iniciativa de em 1917 emitir uma declaração em apoio às aspirações judaicas de criar um estado judeu na sua terra ancestral.

A Declaração de Balfour é uma carta datada em 2 de Novembro de 1917 dirigida ao Barão Rothschild, líder da comunidade judaica do Reino Unido, quando Balfour era então Secretário Britânico dos Assuntos Estrangeiros, para ser transmitida à Federação Sionista da Grã-Bretanha. 


Um mito chamado Palestina 4


IV. A presença permanente de Judeus na Terra Santa.

Sempre que é discutido o assunto relativo à população em Israel, a ideia de que os Judeus regressaram à sua terra depois de quase dois milénios de exílio, é tomado como certo. É verdade que foi o caso para um largo número de Judeus, mas não para todos eles. Não é correcto dizer que toda a nação judaica esteve no exílio.

O longo exílio, conhecido por Diáspora, é um facto documentado que prova a legitimidade de os Judeus reclamarem a Terra de Israel para o seu povo, e foi uma consequência das Guerras Judaicas pela independência do Império Romano.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Um mito chamado Palestina 3


III. Desde quando os "Palestinianos" vivem na "Palestina"?

De acordo com os estranhos padrões das Nações Unidas, qualquer pessoa que tenha estado DOIS ANOS (!!!) antes de 1948 na Terra Santa, com ou sem provas documentais, é um "palestiniano", assim como os seus descendentes. 

De facto, os líderes da OLP exigiram ansiosamente o "direito" de todos os "palestinianos" regressarem à terra que eles ocuparam antes de Junho de 1967, mas absolutamente rejeitam regressar à terra onde eles viveram apenas 50 anos antes, nomeadamente, em 1917. Porquê? Porque se eles concordarem em fazê-lo, eles têm que ser realojados no Iraque, Síria, Arábia Saudita, Líbia, Egipto... e apenas um punhado de Árabes ficaria em Israel. (Por Israel entenda-se a totalidade da terra desde o Jordão até ao Mediterrâneo e a região dos montes Golan). Está inteiramente documentado que os primeiros habitantes de Eretz Israel, depois de vários séculos, foram pioneiros Judeus e não os Árabes auto-intitulados de Palestinianos. Algumas testemunhas escreveram as suas memórias sobre essa terra antes da imigração Judaica...

Um mito chamado Palestina 2


    II. A terra chamada "Palestina".

    No 2º Séc. d.c. a última tentativa dos Judeus para alcançar a independência do Império Romano culminou no conhecido evento de Massada, que é históricamente documentado e reconhecido universalmente como o facto que determinou a Diáspora Judaica de uma forma definitiva.

    Um mito chamado Palestina 1



    Neste artigo gostariamos de apresentar a verdadeira origem e identidade do povo Árabe comumente conhecido como "Palestinianos" e divulgar os mitos que os rodeiam. Esta pesquisa pretende ser completamente neutra e objectiva, baseada em evidências históricas e arqueológicas assim como outros documentos, incluindo fontes árabes e citações de declarações de personalidades Islâmicas de reconhecida credibilidade

    Existem alguns mitos modernos, ou exactamente, mentiras, que podemos ouvir diariamente através dos meios de comunicação social como se fossem verdade, e claro, escondem os factos verdadeiros. Por exemplo, quando o Monte do Templo ou Jerusalém são mencionados, usualmente sublinham que é "o terceiro lugar sagrado dos muçulmanos"! Soa como uma informação absolutamente tendenciosa! Mas porque nunca se diz que é O PRIMEIRO Lugar Sagrado para os Judeus?

    De forma a tornar este assunto mais compreensível, iremos apresentá-lo em sete unidades:



    domingo, 8 de maio de 2016

    Fanatismo por Israel


    Ser cristão e amar os judeus suscita uma das maiores controvérsias entre os evangélicos e divide-os. Há muitas variantes de abordagem à questão, desde os mais apaixonados até aos que repugnam qualquer interesse sobre este assunto, ou seja, pode ser-se do Benfica, comunista, mas sionista é que não.

    Então, temos os que: em Israel é tudo profético; que é a “nação santa” (não se pode tocar na menina do olho); os que são sionistas mas por causa da opinião dos seus líderes ou amigos “nem chegam perto”; os que só usam a bandeira de Israel nos seus púlpitos e nem sequer têm a Portuguesa (outros nem conhecem o protocolo de uso de bandeiras – que coisa feia para líderes!); os que celebram as festas todas de Israel, religiosas e históricas, os que “Jerusalém ou Meca” tanto faz; “pedras não me interessam"; e a mais conhecida de todas, “A Igreja é que é o Israel de hoje!”.

    sexta-feira, 29 de abril de 2016

    Cristianismo sem Templo



    Em 18 de Abril de 2016 a UNESCO adoptou uma resolução negando aos Judeus a sua ligação histórica ao Monte do Templo e ao Muro das Lamentações. A Espanha, França, Suécia, Russia e Eslovenia, países Europeus com herança judaico-cristã juntaram-se à Algéria, Egipto, Kuweit, Marrocos, Tunísia e Emirados Árabes, referindo-se ainda a Jerusalém como a "capital da Palestina ocupada". Israel foi ainda acusado de colocar "falsas campas judaicas" num antigo cemitério no Monte das Oliveiras o qual tinha sido vandalizado pelo jordanos antes de 1967 e cujas lápides tinham sido usadas como pavimento de ruas.

    quinta-feira, 28 de abril de 2016

    Irena Sendler

    Irena Sendler, na foto, com 98 anos de idade.
    Durante a 2ª Guerra Mundial, Irene conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia como especialista de canalizações. Mas os seus planos iam mais além: resgatar crianças dos guetos nazis, sendo ela alemã.

    quinta-feira, 21 de abril de 2016

    Três dias


    "...Então alguns escribas e fariseus lhe disseram: Mestre, gostaríamos de ver da tua parte algum sinal. E Ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal, porém não se lhe dará outro sinal senão o do profeta Jonas. Pois como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra." Mateus 12:38-40

    Quem é a pessoa que diz estas palavras? Jesus! Quantos dias Jesus disse que estaria morto? Três!

    Páscoa Judaica


    A Pascoa de 2016 começa na Sexta-feira à noite do dia 22 de Abril. A primeira ceia de Páscoa é na noite de Sexta, 22 de Abril e a segunda ceia de Páscoa ocorre na noite de Sábado de 23 de Abril.

    O que é a Páscoa?  

    terça-feira, 19 de abril de 2016

    Israel também tem idiotas



    Lembra-se de Judas Iscariotes, aquele que fazia parte da equipa mais fantástica do mundo? Lembra-se os fariseus e daqueles a quem Jesus chamou hipócritas? Sabia que eles ainda existem?

    Pois é. Há quem ande à procura deles, especialmente nessa nação querida, que de santa, na verdade ainda tem muito pouco, e no que diz respeito aos "escolhidos" também está muito longe do desejável.

    Na nossa página de facebook, sempre que podem e lhes apetece, aparecem alguns hipócritas para nos “esfregarem a cara com alguns imbecis isrelitas”. Sim, eles existem, e estão lá como elementos corrosivos da sociedade. Alguns deles, lamentavelmente têm o coração amargurado pelo holocausto, perseguições e guerras, e outros, são titulares de um temperamento vingativo e prontos para disparar dardos mortais contra quem se oponha aos seus ideais e ambições pessoais. Eles são de “esquerda”, são de “direita”; eles são judeus e também são árabes israelitas.


    Nazaré


    Nazaré é a capital e maior cidade do distrito norte de Israel. Também funciona como uma capital árabe para os cidadãos árabes de Israel que constituem a vasta maioria da população local. Hoje a cidade possui cerca de 71.500 habitantes: 25.000 árabes muçulmanos, 22.500 árabes cristãos e 24.000 Judeus.

    quarta-feira, 13 de abril de 2016

    O Messias Leproso


    Por vezes usamos a palavra “leproso” para descrever uma persona-non-grata… alguém rejeitado pela maioria e abandonada ao frio. É uma experiência que muitos de nós já tiveram uma vez ou outra, e essa é uma das com que Yeshua compreendeu e se preocupou. O Talmude até descreve um “Messias Leproso” e inclui uma história acerca de como o Messias seria encontrado a cuidar de leprosos:


    terça-feira, 12 de abril de 2016

    Os milagres "messiânicos"


    Cada milagre de Jesus, para além do impacto que produzia na vida da pessoa que era abençoada, e nas multidões, tem uma profundidade muito maior que só uma observação mais atenta sobre o ambiente que rodeava Jesus e a mensagem que Ele queria transmitir nos pode revelar.

    Fazer milagres não era apenas uma demonstração de autoridade, mas também o resultado de uma paixão pela humanidade e o cumprimento de uma missão: Ele era o Messias, portanto tinha que cumprir todas as expectativas relacionadas com a sua pessoa.

    quinta-feira, 7 de abril de 2016

    Israel sozinho



    Israel está cada vez mais sozinho. É fisicamente atacado pelos foguetes do Hamas mas é internacionalmente atacada por defender-se. Sim, os foguetes israelitas são mais poderosos e mortíferos do que os do Hamas. Mas se fosse ao contrário acham que o Hamas não usaria os foguetes mais assassinos para atacar Israel? Acham que o Hamas alguma vez os usaria só para contra-atacar, depois de um ataque israelita?

    Há mais de uma guerra. Nesta guerra mais recente, a maioria (mas nunca a totalidade) dos israelitas está de um lado e do outro estão o Hamas e a maioria (mas nunca a totalidade) dos palestinianos.

    quarta-feira, 6 de abril de 2016

    Ron Prosor na Assembleia Geral da ONU


    Magnifica análise do que ocorre no Oriente Médio e o cinismo do mundo.
    Discurso do Embaixador Ron Prosor na Assembleia Geral da ONU realizado em 24 de Novembro de 2014.

    Sr. Presidente,

    Apresento-me em frente ao mundo como um orgulhoso representante do Estado de Israel e do povo Judeu. Apresento-me ereto diante de vós por saber que a verdade e a moralidade estão do meu lado. E apesar disto, estou aqui sabendo que hoje, nesta Assembleia, a verdade será colocada de ponta-cabeça e moralidade será posta de lado.


    segunda-feira, 4 de abril de 2016

    O povo escolhido


    A expressão “povo escolhido” é usada, abusada e ridicularizada como referência a Israel em comentários nas redes sociais. Cristãos bem intencionados usam repetidamente esta expressão para defender o “povo de Deus” dos ataques dos meios de comunicação e dos movimentos anti-sionistas.

    Na tradução bíblica de João Ferreira de Almeida há 207 expressões “meu povo”, 7 das quais no Novo Testamento. Grande parte destas expressões nem sequer são “mimos” por parte de Deus, antes pelo contrário, são correções, exortações e castigos. Portanto, assumamos desde já que ser “filho” não é por si só um privilégio mas também são aplicadas punições. Além do mais, o profeta Oseias lança um aviso profético: “… Chamarei meu povo ao que não era meu povo; e amada à que não era amada.” Romanos 9:25 (citação de Paulo resumindo Oseias 1:9,10)

    Perguntas sem resposta



    Se você considera que “Palestina” deve ser um país “Soberano” e “Independente” que remonta longinquamente na história, como muitos querem que acreditemos, então algumas perguntas necessitam de ser respondidas:

    segunda-feira, 30 de novembro de 2015

    Chanuká


    Por volta do ano de 200 a.C. os judeus viviam como um povo autónomo na terra de Israel, a qual, nessa época, era controlada pelo rei selêucida da Síria. O povo judeu pagava impostos à Síria e aceitava a autoridade dos selêucidas, sendo, em troca, livre para seguir sua própria fé e manter seu modo de vida.

    Em 180 a.C. Antíoco IV Epifanes ascendeu ao trono selêucida. Braço remanescente do império grego, encontrou barreiras para sua dominação completa sobre o povo judeu, e o modo mais prático para resolver isso era dominar de vez a região de Israel (mais precisamente a Judéia, ao sul) impondo de maneira firme a cultura da Grécia sobre os judeus, eliminado, assim, aquilo que os unificava em qualquer lugar que estivessem: a Torá (Lei).