Plataforma de consulta sobre questões relacionadas com Israel e o povo judeu.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Rejeição da resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU
O grupo “Cristãos Sionistas Portugueses” declara rejeitar a resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU aprovada a 23 Dezembro de 2016.
Afirmamos que o povo judeu tem direito, por legitimidade divina, histórica e legal, à sua terra ancestral incluindo Judeia e Samaria e em especial a sua capital do Estado de Israel, Jerusalém, cidade indivisível, a qual nunca antes na história foi capital de qualquer outro povo.
Tão pouco reconhecemos a ocupação ilícita perpetrada pelos estados árabes vizinhos entre 1948 e 1967 e que alteraram dramaticamente a demografia da região nos territórios hoje disputados, os já referidos, Judeia e Samaria, e Gaza.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Palestinianos presos injustamente pela Autoridade Palestiniana
Alguns dias atrás, quatro palestinianos visitaram a Sucá (cabana da Festa dos Tabernáculos) de Oded Ricky, Presidente do Município de Efrat. Os vizinhos árabes foram convidados de honra dos seus vizinhos judeus e foram recebidos em conformidade com as boas práticas judaicas.
Os visitantes não causaram qualquer dano em alguém mas quando regressaram a casa foram foram presos pela Autoridade Palestiniana e de acordo com altos funcionários desta entidade ocupante da Samaria e Judeia eles são acusados do crime de "normalização com Israel".
UNESCO
A UNESCO despertou a nossa atenção recentemente com a polémica relativa à negação da ligação do povo judeu a Jerusalém, em especial ao Monte do Templo e ao Muro das Lamentações, pondo assim também em causa a nossa herança cristã.
A UNESCO tem três órgãos: a Conferência Geral, o Conselho Executivo e o Secretariado.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Placa no Muro das Lamentações
Aqui está uma foto bastante famosa do Ministério de Defesa Israelita com o Ministro Moshe Dayan em 1967, depois da conquista da cidade velha de Jerusalém.
Repare na placa por detrás dele: "Al-Buraq (Muro das Lamentações) Rd". Como se pode verificar, até os Jordanos, que durante 19 anos ocuparam a Cidade Velha e Jerusalém Oriental entre 1948 e 1967, que negligenciaram a zona Judaica, destruíram propriedades de Judeus e conservaram a área livre de Judeus – mantiveram porém esta placa no Muro Ocidental, como reconhecimento por parte dos Jordanos Muçulmanos que este era o muro dos Judeus.
Read more: http://www.israellycool.com/2016/10/15/the-iconic-photo-that-speaks-volumes/
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Conselho Islâmico reconhece a ligação dos Judeus ao Monte do Templo
Um guião de nove páginas de um panfleto turístico intitulado "Um Guião Resumido para al-Haram al-Sharif" publicado em 1930 pelo Conselho Supremo Muçulmano contradiz as declarações das Wakf Islâmicas que presentemente negam qualquer ligação Judaica com o Monte do Templo. O guia declara que o Monte do Templo "é um dos lugares mais antigos do mundo. A sua característica sacra remonta ao princípio dos tempos. O lugar identificado como o lugar do Templo de Salomão está fora de qualquer disputa. Este, também, é o lugar onde, de acordo com a crença universal, David construiu um altar ao Senhor, fez ofertas queimadas e ofereceu sacríficios de paz."
sábado, 8 de outubro de 2016
Artigos do Mandato da Palestina
O povo Judeu foi traído muitas vezes pelas nações do mundo, as quais não cumpriram com os acordos que formularam. Confirme abaixo os pontos do Mandato que as Nações do mundo mantiveram, ou não, e se entender comente.
O CONSELHO DA LIGA DAS NAÇÕES:
Considerando o acordo das Potências Aliadas, para conferir efeito às decisões do Artigo 22º da Aliança da Liga das Nações, para confiar pelas referidas Potências a um Mandatário a administração do território da Palestina, que antigamente pertenceu ao Império Turco, dentro das fronteiras tal como fixadas pelos primeiros; e
terça-feira, 4 de outubro de 2016
waqf
Waqf é um "tipo de propriedade" inalienável num contexto de solidariedade social e religiosa. Tipicamente trata-se de edifícios ou porções de terra ou até mesmo valor em dinheiro com finalidade de apoio social.
A doação é conhecida como asmushrut-ul-khidmat e a pessoa que o faz é conhecida como um "wakit".
domingo, 2 de outubro de 2016
Os Acordos de Oslo
O Governo do Estado de Israel e a comitiva da O.L.P. ("Delegação Palestiniana"), em representação do povo Palestiniano, concordam que chegou o momento de colocar um fim a décadas de confrontação e conflito, a reconhecer os mutuamente os direitos políticos de cada parte, e esfgorçarem-se para viver em coexistência pacífica, em dignidade mútua e segurança, e a alcançar uma justa, duradoura e compreensiva paz, assente na resconciliação histórica através de um processo de acordo político.
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
A invenção da esferográfica
O nome original deste inventor é Bíró László József. Contudo este
artigo usará para o nome a forma Ocidental. László József Bíró (29 Setembro
1899 – 24 Outubro 1985) foi o inventor da esferográfica.
Biró nasceu em
Budapeste, Hungria, numa família Judaica. Ele apresentou a primeira produção da
caneta com uma esfera na ponta na Feira Internacional de Budapeste em 1931.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Provocar ciúme aos judeus
Há uma diferença entre ciúme e inveja, mas por vezes usamos estas palavras como se elas significassem a mesma coisa. Uma é pecaminosa e a outra descreve Deus. Inveja é cobiçar, querer algo que não se tem. Nesta geração de facebook as pessoas espiam invejosamente as páginas dos outros enquanto outros exibem imagens esculturais para provocar ciúme, vangloriando-se da boa vida que dizem ter. Em vez de serem agradecidos pelo que têm, as pessoas ignoram o sábio adágio que diz, "a comparação é o ladrão da alegria" e a inveja engole-os. Com a inveja a alegria é esvaziada como um balão.
Shimon Peres
Não podemos passar por este dia sem honrar a memória de um homem de paz e que lutou pela re-fundação do Estado de Israel, um campeão nas cedências às exigências Árabes na região.
O mundo aplaudiu efusivamente a sua coragem para assinar e cumprir os Acordos de Oslo sem quase nenhuma contrapartida cumprida até hoje pelos seus adversários Palestinianos, entre as quais, provavelmente a mais inquietante, a exibição por escrito da revogação do princípio de fundação da O.L.P., a extinção pura e simples do Estado Judeu.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Judeus Messiânicos ganham reconhecimento em Israel
Os Judeus Messiânicos ganharam outra batalha pelo seu reconhecimento em Israel. Desta vez um tribunal judicial especial determinou que a congregação Messiânica em Jerusalém deveria receber a mesma isenção de taxas como uma sinagoga.
A batalha remonta a 2010, quando membros ultra-Ortodoxos do Knesset fizeram passar no parlamento a isenção de todas as taxas municipais. Advogados do Instituto de Justiça de Jerusalém, em consequência apresentaram ao tribunal uma petição para que também fosse concedida à comunhão Messiânica da capital, o mesmo estatuto. E eles ganham esta causa.
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Martinho Lutero
Martinho ou Martim Lutero, o artífice da Reforma Protestante, nasceu a 10 de Novembro de 1483 em Eisleben e morreu na mesma cidade em 18 de Fevereiro de 1546.
Formou-se na Universidade de Erfurt e obteve bacharelado em Artes em 1502. Também estudou Direito, porém mais tarde entrou na Ordem dos Agostinianos e foi ordenado em 1507. Numa viagem que fez a Roma ficou exposto à ostensiva imoralidade e religiosidade que observou entre os clérigos católicos.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Há alguma diferença entre Deus e Allah?
Os Messiânicos* (ver nota do tradutor no fim por favor) acreditam que Deus revela-se aos humanos de uma forma única através da Bíblia e através de Jesus o Messias. Outros credos que repudiam isso, tal como o Islão, são religiões falsas, mesmo que contenham verdades parciais na sua estrutura religiosa distorcida.
Os Messiânicos acreditam num Deus único. Um Deus que governa todo o universo e sobre toda a humanidade, acreditem ou não na sua existência. Há um único Deus, exaltado e cheio de glória e poder. É impossível limitá-lo a apenas “o Deus dos Cristãos” ou a um “Deus dos Muçulmanos, ou a qualquer outra categoria. O Deus revelado nas Escrituras não é um Deus local. Ele não é o Deus dos Judeus apenas, ou exclusivo dos Cristãos, nem propriedade dos Muçulmanos. Ele é Deus de todos e sobre todos.
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
BDS é uma ameaça para todo o Médio-Oriente
Como político jordano, sinto-me na obrigação de falar contra o movimento boicote anti-Israel, desinvestimento e sanções e o seu efeito no Médio-Oriente e no mundo.
Eu represento o ponto de vista e interesses do povo Jordano, Fazendo isso, eu tenho a liberdade que muitos não têm. As minhas perspectivas sobre BDS são sem qualquer preconceito e equilibradas porque eu não sou Israelita e ninguém me pode acusar de ser anti-Árabe.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Obstáculo para a paz
Tenho a certeza que muitos de vós já ouviram falar que as comunidades na Judeia e em Samaria, ou Cisjordânia, são um obstáculo para a paz.
Sempre fico perplexo com esta noção.
Porque ninguém no mundo com seriedade invoca que os cerca de dois milhões de Árabes que vivem dentro de Israel são um obstáculo para a paz. Porque eles não são. Antes pelo contrário.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Ódio a Israel e anti-semitismo
É indiscutível que o ódio e a perseguição, conhecidos universalmente como anti-semitismo, vão além da brutalização e dos maus-tratos (na sua intensidade, duração e universalidade) sofridos por qualquer outra raça ou grupo étnico. Mais uma vez encontramos evidência adicional de que os judeus são absolutamente singulares. E aqui também surge a pergunta óbvia: qual razão de ser deste ódio universal.
A injustiça descarada
Existem muitos grupos étnicos e religiosos muito maiores que os 14 milhões de Judeus, e alguns deles são bastante agressivos e descarados sobre a sua determinação em conquistar o mundo. O número de judeus neste planeta é tão pequeno que se torna ridículo acusá-los de uma “conspiração sionista internacional” para conquistar o planeta. Mas essa é a acusação que lhes tem sido feita durante muitos séculos.
Os membros dessa minoria odiada, perseguida e massacrada devem ter-se questionado muitas vezes a respeito disso milhões de vezes. Porque serão os judeus, o foco perpétuo de uma acusação obviamente tão falsa?
Uma questão de identidade
Enquanto muitos milhares de judeus, sem nenhuma preocupação pela herança judaica de seus filhos, estão se casando com gentios, algo inexplicável continua fazendo com que milhões de outros se agarrem a essa herança universalmente desprezada com um orgulho tenaz. Será que é respeito pela tradição? Será que um senso de “maldição” tão forte pode sobrepor-se ao medo de perseguição e até do martírio? A razão certamente não é a fé no Deus de Abraão, já que tão poucos professam essa crença.
Um breve exame da história antiga desde Babilónia.
Anti-semitismo não é com certeza nada novo. Ele pode ser identificado já nas primeiras eras da antiguidade. Os judeus têm sido objecto de perseguição e extermínio premeditado, pelo menos desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonozor que os espalhou por muitas nações há mais de 2.500 anos atrás. O que aconteceu sob Antíoco Epifânio 400 anos depois é apenas um exemplo do que os judeus sofreram repetidamente. Josefo relata-nos assim:
“Antíoco não estava satisfeito, nem com uma tomada inesperada da cidade (Jerusalém, 167 a.C.), nem com o seu saque, nem com o grande massacre que fizera ali. Sendo controlado pelas suas paixões violentas e lembrando-se do que sofrera durante o cerco, tentou convencer os judeus a dissolverem as leis do seu país, deixar de circuncidar os bebés, e em vez disso, queria que sacrificassem carne de porco sobre o altar; contra isso eles opuseram-se e os mais destacados entre eles foram executados.”
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