Plataforma de consulta sobre questões relacionadas com Israel e o povo judeu.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Gentios devem ser expulsos de Israel
O Rabi Chefe Sefardita de Israel foi apanhado recentemente a fazer uma reivindicação absurda: que os gentios devem ser banidos da Terra Santa a menos que eles concordem em seguir as Sete Leis de Noé. O registo do Rabbi Yitzhak Yosef veio à luz., declarando que sem esta condição, "de acordo com a lei Judaica é proibido a um não-judeu viver na terra de Israel".
Ele prosseguiu adicionando que se os gentios, em conformidade com a Bíblia, supostamente, devem servir o povo Judeu, e só assim lhes será permitido ficar, desde que se tornem servos.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Os segredos de Ester
Ester era uma agente secreta. Ester nem sequer era o seu nome verdadeiro. Ela chamava-se originalmente, através dos seus pais Judeus, "Hadassah" (o nome hebraico da planta murta). Acerca dos pais de Ester não sabemos e tão pouco ela revela a sua identidade Judaica na corte do rei Persa Artaxerxes, até que essa revelação se revela absolutamente necessária.
sábado, 4 de junho de 2016
A benção do orvalho
A palavra "orvalho" aparece 34 vezes na Bíblia e primariamente é vista como uma bênção. É usada poeticamente e simbolicamente em muitos lugares e é um pouco diferente da bênção da chuva. Desde os tempos da Páscoa que os judeus percorrem a terra orando a "Tfilat Tal”, uma oração ou "bênção pelo orvalho", onde é pedido a Deus que traga luz da escuridão para o próprio Israel assim como uma raiz encontra água do orvalho.
Rabis Messiânicos Contemporâneos
Se Jesus é o
Messias como é que nenhum Rabi acredita nele?
A verdade é que esta afirmação está completamente
errada. Tem havido Rabis de renome entre os Judeus e que aceitaram a fé em Jesus.
Mas provavelmente você pode nunca ter ouvido falar deles, pois as
comunidades judaicas excluem-nos e difamam-nos assim que vêm para a luz e
acreditam em Jesus.
Enquanto eles fizeram parte da comunidade Judaica, eram considerados justos e respeitados, mas assim que se torna conhecida a sua fé em Jesus O Messias, eles são desprezados e considerados traidores, pecadores, tolos e gentios. Aqui estão alguns. Se pensava que não havia Rabis que crêem em Jesus, então prepara-se para surpresas.
Enquanto eles fizeram parte da comunidade Judaica, eram considerados justos e respeitados, mas assim que se torna conhecida a sua fé em Jesus O Messias, eles são desprezados e considerados traidores, pecadores, tolos e gentios. Aqui estão alguns. Se pensava que não havia Rabis que crêem em Jesus, então prepara-se para surpresas.
sexta-feira, 3 de junho de 2016
O Mandato Britânico
O sistema de Mandatos foi instituído pela Liga das Nações no início do Século XX para administrar os territórios sem-governo-próprio. O vínculo do mandato, apontava para um corpo internacional, para uma verificação temporária do "bom comportamento" e progressos das suas populações
Em Julho de 1922, a Liga das Nações confiou à Grã Bretanha o Mandato para a Palestina. Reconhecendo "a ligação histórica do Povo Judeu com a Palestina". A Grã Bretanha foi convocada para facilitar a instalação de um Lar Nacional Judaico na Palestina-Eretz Israel (Terra de Israel).
Jerusalém pertence a Israel
De acordo com a lei internacinal, Jerusalém é a capital eterna do povo Judeu. O povo Judeu tem uma ligação ancestral à cidade como nenhum outro país possui.
Ao contrário do que invocam os lideres Palestinianos, várias ONG’s, e certamente vários membros da comunidade internacional, a lei internacional reconhece completamente a reivindicação do povo Judeu por Jerusalém, local onde os hebreus têm as suas raízes históricas desde há 3.000 anos atrás e na qual têm sido o maior grupo étnico desde 1820.
O dia e a guerra da Independência
1.878 anos depois da destruição do Templo pelos Romanos a 14 de Maio de 1948 é proclamada a independência e refundação da nação ancestral de Israel.
O Museu Nacional de Tel-Aviv foi pequeno para acolher os 250 convidados convocados no dia anterior. Na parede atrás do púlpito, em destaque, uma grande foto de Theodor Herzl, a quem Israel deve a dinamização e fundação do Sionismo moderno.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
O massacre de Farhud
Hoje lembramos Farhud (expressão árabe para "Expropriação Violenta) na qual, a 1 e 2 de Junho de 1941, na Festa do Shavuot em Bagdad, judeus inocentes foram assassinados, milhares foram brutalizados e viram as suas propriedades saqueadas.
Farhud foi instigado por líderes Àrabes palestinianos incluindo o Grand Mufti of Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, e foi um dos muitos eventos que resultou no derradeiro êxodo forçado de 850.000 a 900.000 judeus refugiados dos países Árabes.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
A Declaração de Baltimore
A Conferência de Baltimore foi chamada a "Conferência Sionista Extraordinária" e foi realizada de 6 a 11 de Maio de 1942 em Nova Iorque. Devido à guerra, o Congresso Sionista (que reunia de quatro em quatro anos) não pôde ser realizado nesse ano e por isso a "Conferência Sionista Extraordinária" foi chamada assim para corresponder com um propósito idêntico de discussão e constituição de políticas de acção Sionistas.
A Conferência de São Remo
Na Conferência de São Remo foi atribuída ao povo Judeu a titularidade de Jerusalém sob a Lei Internacional.
Haverá uma resposta simples à questão sobre quem tem o direito legal sobre Jerusalém? O Dr. Jacques Gauthier, um advogado Canadiano especialista em direito internacional respondeu a essa questão com um retumbante "sim" e ainda sugeriu que se um tribunal virtual fosse 100% objectivo no estudo de factos legais relevantes, ignorando os políticos, encontraria inequivocamente que apenas Israel possui o direito à titularidade exclusiva de Jerusalém.
terça-feira, 31 de maio de 2016
A invenção da Jordânia
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| Rei do Reino Haxemita da Jordânia, Abdullah I |
segunda-feira, 30 de maio de 2016
O Papel Branco
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| British Prime Minister Ramsey MacDonald |
Chaim Weizmann foi como representante dos Judeus através das agências Sionistas e não-Sionistas enquanto que a delegação Árabe esteve sob a liderança do Mufti Haj Amin al-Husseini. Além dos Árabes do território em disputa estiveram também presentes delegados que outros países Árabes como a Síria, Transjordânia, Iraque, Arábia Saudita e Egipto.
quarta-feira, 25 de maio de 2016
A partilha de 1947
Nos tempos que se seguiram à II Guerra Mundial o posicionamento dos Britânicos tornou tudo mais complicado. A par da crescente perseguição na Europa, em consequência da Declaração de Baltimore de 1942 na qual o líder Sionista Ben Gurion tornou explícito o objectivo da existência de um estado judaico independente para garantir o direito de livre imigração aos judeus dispersos pelo mundo, a interdição à imigração judaica imposta pelos Britânicos continuava a complicar imenso as pretensões sionistas.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Israelitas assassinos
De vez em quando aparece alguém a comentar ao estilo "bate e foge" sem nos dar tempo para perceber com quem estamos a lidar: com um ignorante, uma pessoa mal formada ou simplesmente alguém mal educado que frequenta a net apenas para cuspir ódio e escárnio. Entendemos porém, que sempre que nos for possível, devemos dar-lhes resposta, pois trata-se de seres humanos vítimas do preconceito incutido por agentes maléficos de meandros obscuros.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
A ancestralidade do povo judeu
Um comentário produzido neste blog no artigo "O que é o Sionismo" levantou uma quqe nos parece pertinente destacar:
"Não sou um conhecedor profundo da história de Israel e do movimento político Sionismo. Creio que fiquei esclarecido, mas levantou-me também algumas questões. Corrija-me se estiver errado, mas a questão de Israel é de sobeja importância para todo o mundo, e em particular para nós cristãos também.
Os judaizantes
"Os judaizantes" é um termo inventado por líderes irritados com a tentativa de alguns quererem introduzir nas igrejas cristãs algumas práticas "judaicas". Não é um termo bíblico e não deveria existir no nosso vocabulário evangélico. Trata-se portanto de extremos em colisão que usam vernáculos "não cristãos", ou diríamos "pouco ortodoxos", para desqualificar os outros. É uma forma mundana, arcaica, medieval para matar os diferentes, deixá-los incomodados ou para demonstrar uma certa "superioridade" doutrinária.
A palavra, entretanto, generalizou-se para carimbar todos os cristãos que nutrem alguma simpatia pela nação e Estado de Israel. Os "cristianizantes", chegam ao extremo de cobrar dos Judeus Messiânicos que adoptem práticas de culto ocidental, que não observem as Festas, que não guardem o Sábado e por aí fora. Faz lembrar os tempos de cristianização de outros povos e os brilhantes resultados que se conseguiram com esse comportamento.
domingo, 15 de maio de 2016
Os idólatras de Israel
O povo judeu tem uma aversão especial pela idolatria e que resulta da interpretação (à letra) de um dos mandamentos do decálogo: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam." Exodo 20:3-5
O mandamento inclui estátuas e figuras de homens e animais. Os cristãos são mais sofisticados; os Católicos são o que por cá se vê; os Ortodoxos retiraram as estátuas e usam ícones, figuras em duas dimensões; os Evangélicos não têm qualquer problema com bibelôs decorativos ou imagens desenhadas, pois desde que não "seja para adoração", está tudo bem.
sábado, 14 de maio de 2016
Um mito chamado Palestina 7
Uma das mentiras mais populares que tem sido universalmente aceite como se fosse uma verdade indisputável, é o mito de que Jerusalém é o terceiro lugar mais sagrado para o Islão. É bastante raro ouvir que Jerusalém é o primeiro e Único lugar Santo para o Judaísmo.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Um mito chamado Palestina 6
VI. Refugiados Palestinianos?
Outras das grandes mentiras que tem sido generalizada como verdade pelos políticos e comunicação social é a questão dos "Refugiados Palestinianos". Alegam que são povos nativos que foram desalojados pelos Israelitas. Na verdade, em 1948, os Árabes chamados refugiados, foram encorajados pelos seus líderes a deixar Israel, prometendo-lhes purgar a Terra da totalidade dos Judeus. Quase 70% deles sairam sem nunca ter visto um único soldado Israelita. Do outro lado, nada é dito acerca dos Judeus refugiados que foram forçados a fugir das terras Árabes devido à brutalidade muçulmana, perseguição e assassínios.
A Declaração de Independência
A terra de Israel foi o lugar onde nasceu o povo judeu. Aqui foi formada a sua identidade espiritual, religiosa e nacional. Aqui eles conquistaram independência e criaram uma cultura de significado nacional e universal. Aqui eles escreveram a Bíblia e deram-na ao mundo.
Exilado da sua terra ancestral, o povo judeu manteve-se fiel à sua terra em todos os países de sua dispersão, jamais cessou de orar, esperar por retornar e por restaurar a sua liberdade nacional.
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